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A consciência humana pode colapsar a onda?

A consciência humana pode colapsar a onda?

Vimos no vídeo anterior que, quando os cientistas colocaram um “equipamento medidor em uma das fendas” para saber em qual delas o elétron passou e seguiu voando, o elétron voltou a se comportar como uma bolinha de gude: “Só o ato de medir (ou observar) por qual fenda o elétron atravessaria, fez com ele passasse por uma fenda e não pelas duas”!

Portanto, vimos que não foi o observador que colapsou a função de onda, “simplesmente por observar”, mas sim o equipamento medidor!

A ideia de que foi o observador que colapsou a onda obrigou o autor do vídeo a concluir que “o próprio elétron decidiu agir diferente, já que ele sabia que estava sendo observado” (como se uma simples partícula atômica negativa estivesse consciente do que estava acontecendo para saber que estava sendo observada!! E que a partir daí ela se apresenta como partícula, para satisfazer a curiosidade do observador, quebrando assim o padrão da onda.

A pergunta que se segue é a seguinte: “Porque o elétron não colapsa a onda antes de o cientista colocar o equipamento medidor?”

Ou, de forma ainda mais contundente, porque o cientista que observa o elétron não colapsa a onda antes de colocar o equipamento medidor?

E se qualquer um de nós quisesse colapsar a onda, poderíamos fazer isso apenas observando o elétron? Ou desejando que a onda colapsasse, apenas fazendo com que o elétron ‘soubesse’, de alguma forma, que estamos observando-o?

Pensando nisto, um cientista americano resolveu fazer algumas experiências para ver se seria realmente possível colapsar a onda apenas pela presença da consciência, sem o equipamento medidor! Este cientista chama-se Dean Radin1 e a sua pesquisa se chama “Consciousness and the double-slit interference pattern: Six experiments”, publicada na revista Physics Essays 25, 2 (2012).

Dean Radin (1952- )  é um pesquisador e autor no campo da parapsicologia. Foi cientista sênior do Institute of Noetic Sciences (IONS), em Petaluma, California, Estados Unidos, desde 2001, e ex-presidente da Parapsychological Association. Ele também é co-editor-in-chief da revista Explore: The Journal of Science and Healing. As ideias e o trabalho de Radin têm sido criticados por cientistas e filósofos céticos das alegações paranormais. Além disso, a resenha do primeiro livro de Radin, The Conscious Universe, publicada pela revista Nature, acusou Radin de ignorar os enganos conhecidos no campo, cometer erros estatísticos e ignorar plausíveis explicações normais para os dados parapsicológicos.

Este texto, retirado da Wikipedia, já nos mostra a questão fundamental dos conflitos em relação ao chamado “colapso de onda”, que Richard Feynman (1918 — 1988, prêmio Nobel de Física de 1965)  chamou de “um fenômeno que é impossível […] de explicar de qualquer maneira clássica, e que tem nele o coração da mecânica quântica. Na realidade, contém o único mistério [da mecânica quântica]”: Existe uma clara divisão de dois grupos de opinião – os cientistas técnicos ou ateus e os cientistas místicos ou paranormais! Os primeiros dizem que “o equipamento medidor colapsa a onda” e os outros dizem que “o observador colapsa a onda”. Quem está com a razão? E quais são as implicações disso?

Já demonstrei no primeiro vídeo que os cientistas estavam observando todo o experimento desde o início, mas que só depois de colocarem o equipamento medidor, “o elétron voltou a se comportar como uma bolinha de gude: ele produziu o modelo de duas linhas e não um modelo de interferência com várias linhas.”

Vou deixar para analisar a posição dos cientistas céticos para ocasião futura, já que o que nos interessa aqui é a visão mística da física quântica.

Voltando à pesquisa de Dean Radin, lemos no livro “A Mão no Espelho2, de Janis Heaphy Durham:

“O Dr Wendland e o Dr. Radin levaram a cabo uma experiência, e os resultados foram publicados num artigo da revista Physics Essays intitulado “A Consciência e o Padrão de Interferência da Dupla Fenda”. Trata-se de um artigo complicado e que não foi escrito para ser lido por leigos (como eu). Porém, é essencialmente um estudo sobre telecinesia, a capacidade de a mente afetar a matéria.

A questão que o Dr. Wendland e o Dr. Radin abordaram consistia em saber se a meditação e a intenção profundas conseguiriam afetar o comportamento da luz ao passar por entre uma fenda dupla. A experiência sugeria que a consciência colapsa a função de onda quântica da luz de uma forma previsível. Os resultados mostraram que o faz numa certa – e importante – medida.

A experiência em si baseava-se num conceito simples: duas pequenas fendas são feitas muito próximas uma da outra num pedaço de metal. O Dr. Wendland explicou-me que, quando se aponta uma luz por entre as fendas, espera-se obter um padrão. Na verdade, obtém-se dois padrões de zonas de luz e de escuridão que se propagam infinitamente em ambas as direções. – Esta é a experiência quântica quintessencial – disse ele.

O Dr. Wendlad e o Dr. Radin queriam testar se a intenção consciente de uma pessoa poderia alterar o padrão da luz. Se a pessoa quisesse que a luz atravessasse apenas uma fenda em vez de duas, o padrão mudaria?

O leitar sabe que mais? Mudou. Ele disse-me que o efeito foi mínimo, detectável apenas com equipamento moderno de alta potência. – Provavelmente, é positivo que o efeito seja menor e que as pessoas tenham uma capacidade variada de afetar a matéria – acrescentou. – “Se possuíssemos uma telecinesia maior, o resultado seria caótico.”

Com relação a este “efeito mínimo, detectável apenas com equipamento moderno de alta potência”, Carlos Orsi escreve em seu blog3:

“Em 2012, Dean Radin publicou, no periódico Physics Essaysuma série de seis testes em que voluntários tentavam usar o poder da mente para influenciar o resultado de experimentos de fenda dupla, um dos clássicos da Física Quântica.

Em seu artigo de 2012 sobre a meia dúzia de experimentos que realizou, Radin sugere que a consciência humana pode ser responsável pela quebra do padrão de interferência: seria a consciência do observador que causaria o colapso da onda, forçando a partícula a assumir um estado e uma trajetória definida.

O que são os experimentos de fenda dupla de Dean Radin? Resumir o esquema geral é fácil: um laser dispara contra o anteparo com a fenda dupla, O alvo é um sensor de luz análogo aos que existem nas máquinas fotográficas digitais. Um software analisa os sinais do sensor e calcula se eles se assemelham mais a um padrão de barras de interferência ou a uma mancha.

Uma pessoa, sentada nas proximidades, se concentra para, em certos momentos, tentar, com o poder da mente, “fechar” uma das fendas, ou “tornar-se um” com o equipamento, ou “dirigir” o caminho das partículas de luz. Em outros momentos, o voluntário apenas fica sentado por ali e relaxa. A hipótese é que a imagem no sensor vai parecer mais com uma mancha durante as fases de concentração e mais como barras de interferência durante as fases de relaxamento. E que meditadores experientes conseguiriam um efeito mais evidente que leigos em meditação. Deu certo? Bom, depende do que você quer dizer com “dar certo”.

Continua Carlos Orsi:

“O artigo publicado descreve, como já disse, seis experimentos, todos variações desse modelo básico. Em uma delas, os voluntários tentaram interferir no resultado de disparos de laser feitos no passado (!!), e outra contou com testes realizados não num laboratório, mas num mosteiro budista (com resultados negativos, diga-se, mas Radin descarta essa parte do estudo, dizendo que os controles não eram bons).

O artigo informa um resultado geral, destilado dos seis estudos, estatisticamente significativo a favor das duas hipóteses — a concentração reduz o padrão de interferência, e a concentração dos meditadores reduz mais –, e num nível impressionante para experimentos de psicologia. É fantástico: mesmo não provando que a consciência cria a realidade, ele sugere que a força da mente pode afetar eventos físicos (como a trajetória de raios de luz) à distância, e até no passado! Só que não. O diabo, como de costume, mora nos detalhes.”

Volto a comentar aqui que o grande problema dos conflitos acima se baseia no fato de que as crenças dos cientistas céticos e dos cientistas místicos são diametralmente opostas e contraditórias: as crenças preexistentes definem as formas de analisar os experimentos.

Neste sentido, por exemplo, o Dr. Wendland citado no livro A Mão no Espelho” e que trabalhou junto com o Dr. Radin, é “um físico experimental que sofreu uma transformação pessoal como resultado das suas investigações em espiritualidade”. E: “O Dr. Wendland experimentou ter tido vidas anteriores e conheceu Shelley, que é atualmente a sua mulher (e que foi a sua mulher numa vida anterior, segundo ele). A partir de então, teve inúmeras experiências fora do corpo e visitas a múltiplas vidas passadas.

Em outra parte, a autora do livro pediu ao Dr. Wendland para explicar melhor a sua visão pessoal da consciência: “– A nossa consciência é separada do cérebro. É a nossa essência, a nossa alma. Nos planos mais básicos, a consciência tem uma forma (o nosso corpo), mas, à medida que vamos subindo, há cada vez menos interesse na forma e mais no pensamento. No plano mais elevado, contudo, não existe forma, apenas luz.

E, em relação à interferência da consciência na matéria, o Dr. Wendland “disse acreditar que a consciência é o alicerce de tudo e que traz o físico para a realidade em todos os momentos. Mas ele é um realista; sabe que levará tempo a prova-lo em termos científicos. Continuou a conversa com uma suposição sobre a forma como nós, as pessoas, temos um papel ativo no que diz respeito a influenciar os nossos resultados através da nossa consciência. – Uma vez que a consciência é mais do que matéria física, cada indivíduo tem a capacidade de influenciar o resultado final – explicou. – Pode dizer-se uma força do cérebro físico sobre uma matéria externa, mas estou convencido de que o efeito é mais sutil do que isso. A compreensão da mecânica da interação da consciência com o mundo físico constituirá a principal linha de progresso cientifico nas próximas centenas de anos, e conduzirá a uma maior compreensão de nós mesmos. Atualmente não possuímos uma teoria dessas, nem dados experimentais suficientes para elaborar essa teoria.”

Ainda no blog citado de Carlos Orsi, intitulado “Fenda dupla, consciência, mente, matéria… que papo é esse?*”, lemos logo no início:

“O físico brasileiro Gabriel Guerrer alcançou alguma notoriedade com a promoção de sua campanha no Catarse para financiar um estudo sobre a capacidade da mente humana de influenciar a trajetória de um feixe de raios laser. Segundo Guerrer, essa capacidade, se comprovada, de algum modo levaria a “uma revolução científica e cultural”, permitindo “questionar se a consciência ao invés de produto final, não seria o próprio motor da evolução biológica”, gerando indícios de que “não estamos limitados aos contornos do corpo humano e que em um certo sentido, o mundo de fora é uma extensão de nós mesmos”.

Gabriel Guerrer é curitibano, estudou a graduação na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e é doutor em Física pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Estudou a física de partículas elementares e participou do experimento LHCb no acelerador de partículas do laboratório Cern, na Suíça. Atualmente, além de conduzir a pesquisa de pós-doutorado na USP, ele oferece cursos livres de física quântica para o público leigo.

O modelo do experimento proposto pelo brasileiro é uma série de trabalhos realizada pelo parapsicólogo americano Dean Radin: parte do dinheiro requisitado por Guerrer tem por objetivo financiar um estágio no laboratório do americano. Em 2012, Dean Radin publicou, no periódico Physics Essays, uma série de seis testes em que voluntários tentavam usar o poder da mente para influenciar o resultado de experimentos de fenda dupla, um dos clássicos da Física Quântica. Mas, afinal, que raio é isso, “fenda dupla”?

Esse tipo de experimento, no qual um feixe de luz monocromático é forçado a passar por um anteparo onde há duas fendas abertas antes de atingir uma tela, foi criado por Thomas Young em 1801, bem antes do mundo quântico ser descoberto. Ao realizar o experimento, Young verificou que, na tela-alvo, a luz produzia um padrão de franjas de interferência — barras claras intercaladas com barras de sombra. Isso, para ele, provava que a luz era uma onda, que passava pelas duas fendas ao mesmo tempo, dividindo-se. As duas ondas resultantes então se propagavam a partir do par de fendas, interferindo uma com a outra antes de atingir o alvo, causando as franjas.”

O que é interessante observar neste ponto de nossos questionamentos é que o Dr. Paul Wendland afirma que ainda “não possuímos uma teoria dessas, nem dados experimentais suficientes para elaborar essa teoria”, mesmo tendo trabalhado com o Dr. Dean Radin nas pesquisas anteriormente citadas.

Mas, então, como fica aquela questão do vídeo, onde se diz: “E o que o observador tem a ver com tudo isso? O observador acabou (colapsou) com a função de onda, simplesmente por observar!”??

A resposta se divide em duas partes:

  1. O observador em nenhum momento colapsou a onda! O colapso da onda só aconteceu quando um equipamento medidor de elétrons foi colocado em uma das fendas, e em nenhum outro momento em que os cientistas observavam o experimento!
  2. Apenas os cientistas que têm crenças espiritualistas, místicas ou exotéricas, acreditam que “o observador colapsa a onda”! E esta crença é usada para “comprovar” e “validar” as suas crenças, que já existiam antes mesmo do surgimento da Física Quântica.

Para quem tiver tempo e quiser analisar mais profundamente estas questões dialéticas entre as duas linhas da Física Quântica, vou anexar abaixo os links utilizados para o desenvolvimento desta página:

O trabalho do Dr. Dean Radin, que foi publicado na Revista Nature, com o título Consciousness and the double-slit interference pattern: Six experiments:

http://deanradin.com/evidence/Radin2012doubleslit.pdf

A crítica de I.J. Good, intitulada “Where has the billion trillion gone?” em relação ao livro “The Conscious Universe: The Scientific Truth of Psychic Phenomena”, escrito por Dean Radin e publicado a Revista Nature:

http://members.cruzio.com/~quanta/review.html

A resposta do Dr. Dean Radin à crítica de I.J. Good:

https://www.survivalafterdeath.info/letters/radin.htm

O blog de Carlos Orsi, com muitos comentários interessantes sobre pesquisa e investigação dentro da Parapsicologia:

http://carlosorsi.blogspot.com.br/2015/11/fenda-dupla-consciencia-mente-materia.html

O blog do físico Gabriel Guerrer, curitibano que mora no Rio de Janeiro, com detalhes da sua pesquisa:

http://gabrielguerrer.com/post/122969616987/posdocusp

Em 01/04/2018 eu entrei em contato com Gabriel Guerrer, que me informou que “o estudo foi concluído e que os resultados serão divulgados em breve, após a publicação dos mesmos”. Vamos esperar ansiosos pelos resultados da pesquisa!

Mas, enquanto estas conclusões finais não chegam, eu convido os meus leitores mais curiosos e desconfiados a fazerem o que os Drs. Paul Wendland, Dean Radin e Gabriel Guerrer fizeram:

Colapsarem a função de onda, simplesmente por observarem-na,

isto é, sem colocar um equipamento medidor nas fendas!

Depois que eu já havia terminado este texto e publicado, em outras pesquisas descobri um vídeo fantástico que ensina como fazer em casa o experimento de Young, de forma fácil e prática, e com o qual você pode tentar realizar o meu desafio feito acima!

Assista o vídeo abaixo e depois volte para cá, que vamos conversar um pouco mais…

Agora que você terminou o vídeo deve ter percebido que os alunos não falam especificamente do efeito da fenda única, mas o seu resultado é mostrado dos minutos 3:20 aos 3:35-3:39 do filme, onde se observa um ponto de luz, que é o foco do laser. Logo em seguida, a partir dos 3:42, o efeito aparece no escuro com o título “A interferência de onda” e aos 4:05 o resultado da dupla fenda aparece claramente na parede!

Se você conseguir repetir o experimento em sua casa, eu lhe convido a “colapsar a onda”, tornando-a um ponto como aparece aos 3:35 minutos, apenas “observando” os fótons!

E, se você não conseguir colapsar a onda, leia o que algumas pessoas comentaram no site do vídeo, do tipo:

Porque não houve o colapso da onda ??, pois estamos todos como observadores..!” Mmachica J T

Eis a questão fundamental do tal “colapso da onda pela simples observação do observador”:

Interessante! Mas eu queria ir um pouco além… como eu faço para ver a função de onda entrar em colapso? As animações da Internet diz que eu tenho q “observar”… bom, se vc está narrando tudo, então vc está observando e a função de onda continua lá. Como é que faz para que a partícula (ou a onda ??) se “sinta” observada. Desculpe se a pergunta não ficou clara.” Marco S. Junior

As respostas seguintes mostram o caos que o misticismo quântico criou em tudo isso:

“Marco S. Junior: Não é possível “observar” o colapso porque ele é intrínseco ao observador e não ao experimento.” Guimas S. Freitas

“Guimas S. Freitas: Sabe se tem algum experimento que uma MAQUINA capta e registra a onda quando ela chega? Por exemplo, ele deixa la e vai. Depois vê os resultados. sem observar o experimento sendo feito.” Paulo

“CanalSouSincero: Existe sim, ocorre o mesmo que quando se coloca o detector junto as fendas, a máquina irá registrar a onda no momento em que ele chega, mas quando a gente for observar o resultado, ele “muda” novamente para partículas. Não podemos “interferir” e observar o resultado ao mesmo tempo, esse é o ponto.” Guimas S. Freitas

“Resumindo, o observador escolhe onde ele quer que as partículas apareçam. As pessoas podem até não criar sua realidade literalmente, mas no minimo influenciam fortemente, sobre aquilo que desejam ver ou sentir na vida. No fim até mesmo os elétrons com toda certeza devem possuir algum tipo de consciência, por mais absurdo que pareça a os nossos paradigmas newtonianos.” Sintia Melo

“Sintia Melo Voce acha que há alguma relação entre a física quantica e a metafísica?” Jas Sousa

“Jas Sousa A teoria da relatividade de Albert Einstein, era metafísica antes do experimento final, sem sombra de dúvidas sim, as pessoas costumam a chamar o que elas não podem comprovar, de “meta” + o nome do que não conseguiram comprovar.” Sintia Melo

“Sendo mais específico: voce acha que há relação entre a física quantica e espiritualidade, como defende o físico Amit Goswami?” Jas Sousa

“HELIO COUTO FALA MUITO BEM SOBRE ISSO 🙂 RECOMENCO ASSISTIR” Eduardo Rocha

“Eduardo Rocha esse Hélio é maior charlatão” Sem Nome

Cuidado com os charlatões que misturam física com outros assuntos de qualidade duvidosa. Use o princípio de Heisenberg quando o assunto é complicado demais para o nosso nível de compreensão.” Rafael Matoso

Fernando Freitas Alves, que publicou o vídeo, escreveu abaixo: “O vídeo não ficou profissional, mas o relatório e os manuais estão muito bons. Os links deles encontram-se nas descrições do vídeo, se te interessar.” Vou postar os links* nas fontes abaixo.

Não sei se você percebeu, mas na simplicidade destes comentários apresentam-se TODOS os erros e confusões criados pelos místicos quânticos, sejam eles leigos, religiosos ou cientistas…

Nada mais precisaria ser dito depois disso, mas eu ainda vou descrever na sequência dos textos a evolução histórica do Misticismo Quântico, desde as suas origens no século passado até a sua realidade cultural atual.

E, num outro momento, a versão acadêmica dos cientistas ligados à Física Quântica e suas conclusões sobre o famoso “colapso da onda”.

Até mais!

 

Paulo Maciel

 

  1. https://pt.wikipedia.org/wiki/Dean_Radin

 

  1. A Mão no Espelho, Por Janis Heaphy Durham. Capítulo 10: “Lições de um engenheiro aeroespacial”.

 

  1. http://carlosorsi.blogspot.com.br/2015/11/fenda-dupla-consciencia-mente-materia.html, “Fenda dupla, consciência, mente, matéria… que papo é esse?” 19 de novembro de 2015.

 

       * Https://Docs.Google.Com/File/D/0b8pp7m9sucjisjzrm2tbbdn4u1u/Edit

       * Https://Docs.Google.Com/File/D/0b8pp7m9sucjibukxcue4eelyows/Edit

       * Https://Docs.Google.Com/File/D/0b8pp7m9sucjiy2rwnthlqmrod0e/Edit

 

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