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A Versão Não-Oficial da Gripe Suína

Para iniciar a versão não-oficial da gripe suína, nada melhor do que uma matéria conspiratória a respeito deste estranho vírus H1N1 que nunca existiu antes e que de repente aparece contaminando bilhões de pessoas com genes misturados de gripes humana, aviária e suína oriental e ocidental:

Vídeo Youtube: Gripe suína A aviária novavax Tamiflu farsa Dr Leonard Horowitz legendado

Outro vídeo que vai se tornar um clássico do tema é este, que vale a pena ser assistido por ser muito esclarecedor sobre vários aspectos da epidemia e sua taxa de mortalidade:

Vídeo Youtube: Operação pandemia (Legendado)

Agora vamos iniciar com os textos das versões da minoria que não concorda com o status oficial do poder estabelecido, em particular com relação às vacinações em massa e aos efeitos do Tamiflu:

Estudo recomenda que não se prescreva Tamiflu para crianças

Os medicamentos contra a gripe como o Tamiflu não deveriam ser prescritos para crianças pois as contra-indicações são maiores do que os benefícios, afirmam médicos britânicos em um estudo publicado nesta segunda-feira no British Medical Journal (BMJ).

Os pesquisadores pediram neste estudo que a agência sanitária do Reino Unido reconsidere de forma urgente a atual política de medicação em função da epidemia de gripe suína –como é chamada a gripe A (H1N1).

O médico Carl Henegan, clínico geral e especialista do Hospital John Radcliffe de Oxford, um dos autores do estudo, considera que a atual política de prescrever Tamiflu para uma doença relativamente benigna é uma ‘estratégia inadequada’. Os efeitos nefastos de uma prescrição sistemática, como a praticada neste momento na Inglaterra, são superiores aos benefícios como a redução dos sintomas em um dia e meio, afirma Henegan.

O Tamiflu pode ser obtido sem receita médica na Inglaterra.

O estudo, que se baseia numa análise dos dados disponibilizados ao fim de testes comparativos de inibidores da neuraminidase (enzima presente no vírus da gripe) nas crianças, enfatiza que o Tamiflu pode causar vômitos em algumas crianças e que pode provocar desidratação e outras complicações.

Sempre segundo o estudo, o medicamento tem pouco ou nenhum efeito na crise de asma ou numa crise de otite.

Esta pesquisa é divulgada mais de uma semana depois que outros especialistas enfatizaram que as crianças que de forma preventiva receberam o Tamiflu tiveram efeitos colaterais como náuseas e pesadelos.

A Agência Sanitária britânica, a Health Protection Agency (HPA), indicou que mais da metade dos 248 menores que tomaram Tamiflu, depois que seus colegas contraíram gripe suína, tiveram efeitos secundários como náuseas, insônia e pesadelos. [1]

Tamiflu pode levar jovens ao suicídio

Se dúvidas existissem quanto ao enorme erro que é tomar medicamentos sem fortes e importantes razões para tal, parece que a histeria à volta de uma gripe menos maligna que diversas estirpes sazonais, a H1N1, as recentes notícias e até relatórios com cerca de dois anos, dissipam-nas.

Pacientes que têm tomado o Oseltamivir, a substância usada em vacinas como a Tamiflu, segundo diversas notícias e até um estudo levado a cabo no Japão, indicam que especialmente crianças e jovens, após tomarem a vacina apresentam diversos sintomas preocupantes, entre os quais, dores de estômago, vômitos, diarréia, bem como alguns bem piores, como problemas do foro neuropsiquiátrico, confusão, problemas de concentração, dificuldades em dormir, pesadelos e o pior deles todos, apresentado num estudo Japonês, a automutilação e o suicídio.

Parece que a probabilidade de uma vacina se transformar num verdadeiro pesadelo para milhares de pessoas é cada vez maior. Será que faz algum sentido ir vacinar massivamente milhões de pessoas tal como a Grécia se prepara para fazer e eventualmente outros países incluindo os EUA e a França?

E nós por cá, que tem o Ministério da Saúde a dizer sobre tudo isto?

Que eu tenha conhecimento ainda não se pronunciaram sobre o fato de nos EUA ter sido aprovada legislação que iliba as produtoras da vacina de quaisquer problemas que venham a ocorrer após a sua administração.

Apesar de tudo o que a Roche afirma sobre os testes e a suposta segurança da vacina, não nos podemos esquecer que a Roche mentiu sobre os testes, efeitos secundários nos seus relatórios sobre a substância Isotretinoína usada no tratamento do ACNE e que pode provocar cegueira, enfartes, depressão, suicídio e as gravíssimas doenças crônicas, colite ulcerosa e doença de Crohn. [2]

Os Perigos Potenciais da Vacina da Gripe Suína

Você está amedrontado o bastante com a gripe suína a ponto de considerar a tomada da vacina da gripe suína?

Antes de você tomar uma decisão apressada, olhe para os fatos:

No dia 11 de junho, a Organização de Saúde Mundial (OMS) elevou seu alerta de pandemia de gripe suína para a fase 6, o mais alto nível de alerta. Porém, isto só reflete a velocidade com que um vírus está se espalhando, e não sua severidade.

A OMS considera que a severidade do vírus H1N1 é moderada, o que significa que a gripe do H1N1 é uma doença que normalmente não requer hospitalização ou até mesmo cuidados médicos.

Depois que a OMS aumentou seu alerta, a Secretária de Saúde e Serviços Humanos (Health and Human Services) Kathleen Sebelius persuadiu os superintendentes escolares de todo os EUA para se preparam para a possibilidade de vacinação em massa das crianças escolares no outono.

Este pronunciamento foi o contrário da sua posição prévia em maio, quando ela admitiu que o vírus da gripe suína não era totalmente a praga assustadora que foi amplamente informada.

Há relatórios que a administração de Obama está preparada para gastar um adicional U$ 1 bilhão para preparar rapidamente o desenvolvimento de uma vacina do H1N1.

Este movimento planejado é semelhante à ação que a União européia (UE) está tomando. A Agência de Medicina Européia, o corpo regulador de drogas da UE, está aprovando rapidamente o processo para a vacina da gripe suína, permitindo que as companhias farmacêuticas evitem testes nos humanos em larga escala.

A OMS tem atacado a rapidez da vacina da gripe suína. ‘Há certas áreas onde você simplesmente  não tenta fazer qualquer economia. Um das coisas que não pode ser comprometida é a segurança das vacinas,’ disse o diretor da OMS, Dr. Keiji Fukuda.

O perito em Saúde natural Dr. Joseph Mercola concorda plenamente. Numerosos estudos mostraram que as vacinas da gripe não funcionam.

De acordo com o Banco de dados de Revisões Sistemáticas da Cochrane, as vacinas da gripe reduziram o risco da gripe em apenas 6% e reduziram a perda de dias de trabalho em menos de um único dia. Elas, não conseguiram, entretanto, reduzir o número das pessoas que buscaram ajuda médica ou saíram do trabalho.

O Banco de dados da Cochrane de 2006 também revisou 64 estudos de vacinação anteriores por quase 100 estações de gripe. Estes estudos mostraram que as vacinas da gripe foram ineficazes para prevenir a influenza em pacientes tratados em casa ou entre a população de idosos da comunidade.

Uma pesquisa publicada no Jornal Americano de Cuidados Médicos e Respiratórios Críticos (American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine) também confirmou isso apesar de um aumento na cobertura da vacinação entre os idosos  de 15% em 1980 para 65% na atualidade, não tendo havido nenhuma diminuição nas mortes por gripe e pneumonia.

Dr. Mercola mostra que a maioria dos casos de infecções severas e fatais da gripe suína aconteceu em pessoas acima de 30 anos, com muitos desses afetados que já sofriam de condições como asma, doenças do coração, diabetes, doenças auto-imunes e obesidade.

Qual é então o ponto de vacinação em massa das crianças americanas?

Voltando para o Banco de dados da Cochrane em 2006, 51 estudos separados concluíram que a vacina da gripe não funcionou melhor que o placebo em 260.000 crianças que variaram em idade de 6 meses a 23 meses.

Um estudo também publicado em outubro de 2008 pelo Arquivos de Medicina Pediátrica e do Adolescente (Archives of Pediatric and Adolescent Medicine) mostrou que as vacinas da gripe em crianças jovens não diminuiu o número de gripes relatadas pelos médicos nem as visitas aos hospitais.

O Dr. Mercola adverte que os ingredientes da vacina da gripe podem ser mais perigosos do que a própria gripe porque aparte de usar uma cepa particular de vírus, as vacinas da gripe contêm substâncias perigosas como mercúrio, anti-congelantes, formaldeído, fenol, alumínio, detergente, resina, proteínas do ovo e polissorbato 80.

Não brinque com você mesmo: as vacinas da gripe não são produtos saudáveis. Você estaria disposto a injetar em você mesmo e nas suas crianças uma infusão de substâncias químicas tóxicas?

A vacinação da gripe suína obrigatória é uma possibilidade real.  As grandes companhias farmacêuticas (Big Pharma) estão contando com esta nova vacina da gripe para recolher milhões, talvez bilhões, de dólares.

Se a saúde e a segurança de seus filhos é sua maior prioridade, visite o site do Centro Nacional de Informação de Vacinas (NVIC) para aprender mais sobre as cepas da gripe, os perigos das vacinas e as leis de saúde pública em seu estado. [3]

A vacina da gripe suína não deveria ser dada para as Crianças nas Escolas

por Barbara Loe Fisher

No dia 26 de abril uma emergência de saúde pública nacional foi declarada por funcionários dos Departamentos norte-americanos de Saúde e Segurança da Pátria (U.S. Departments of Health and Homeland Security). Nos contaram que era necessário declarar uma emergência nacional porque as pessoas estavam ficando doentes de um novo vírus da gripe suína que começou no México e poderia causar uma pandemia mortal de gripe.

Apesar disso, a grande maioria das pessoas que adoeceram com a gripe suína tiveram sintomas que não são piores que a gripe comum e se recuperaram completamente.

Três Semanas de Teste da Vacina da gripe suína

A declaração de uma emergência de saúde pública nacional na última primavera causou uma cadeia de eventos: algumas escolas foram fechadas, algumas pessoas ficaram de quarentena e as  companhias farmacêuticas receberam bilhões de dólares de imposto para criar vacinas experimentais da gripe suína. Estas novas vacinas estão sendo buscadas rapidamente pelo FDA. Nós temos ouvido que elas só serão testadas por algumas semanas em algumas centenas de crianças e adultos antes de serem dadas às crianças nas escolas em outubro.

Proteção de Responsabilidade por Danos e Mortes pela Vacina

Sob a legislação federal passada no Congresso desde 2001, uma Autorização de Uso de Emergência (EUA) permite que companhias farmacêuticas, funcionários de saúde e qualquer um que der vacinas experimentais a americanos durante uma emergência de saúde pública declarada, estará protegido de responsabilidade se as pessoas forem lesadas.

Segurança e Consentimento Informado do Risco nas Escolas

O Centro Nacional de Informação de Vacina tem um cão de guarda de segurança da vacina desde 1982. Nós estamos questionando a necessidade de levar os escolares em clínicas médicas neste outono onde as vacinas da gripe suína chegarão apressadas ao mercado para serem dadas para as crianças em primeiro lugar. Nós estamos chamando a Administração de Obama e os Governadores dos estados para proverem evidências sólidas aos pais de que é necessário dar para as crianças vacinas da gripe suína experimentais nas escolas.

Estão os estados preparados para obedecer as providências de segurança de vacina do Ato Nacional de Dano de Vacina na Infância de 1986 (National Childhood Vaccine Injury Act), que inclui:

1. Dar aos pais textos informando sobre os benefícios e riscos das vacinas antes de serem vacinadas as crianças;

2. Manter um registro de qual vacinas que as crianças tomaram, inclusive o nome do fabricante e o número do lote;

3. Registrar quais vacinas foram determinadas no registro médico da criança;

4. Registrar problemas de saúde sérios que se desenvolverem depois da vacinação no registro médico da criança e fazer um relatório imediatamente ao Sistema federal de Relatório de Eventos Adversos das Vacinas (Vaccine Adverse Event Reporting System – VAERS)

Os Estados Compensarão os Prejuízos das Crianças Vacinadas?

E há mais perguntas que precisam ser respondidas: Os estados estão preparados para prover a compensação financeira das crianças prejudicadas pelas vacinas da gripe suína cedidas nas escolas? Aos pais serão dadas informações completas e verdadeira sobre os riscos da vacina da gripe suína e terão o direito para dizer ‘SIM’ ou ‘NÃO’ antes das suas crianças entrarem para a fila e serem vacinadas na escola?

As vacinas são produtos farmacêuticos que levam um risco de dano ou morte e esses riscos são maiores para alguns que para outros. 1 entre 6 crianças na América tem deficiência de aprendizado. 1 entre 9 tem asma; 1 entre 150 desenvolve autismo. 1 entre 450 tem diabetes e milhões mais sofrem com alergias e desordens auto-imunes. A vacina da gripe suína será segura para eles?

Embora seja uma boa idéia para os funcionários da saúde se prepararem para o caso de um cenário ruim e ter vacinas de estoque, é uma péssima idéia transformar as escolas em clínicas médicas e basicamente testar as vacinas da gripe suína experimentais nas crianças primeiro. Especialmente quando ninguém tem alguma responsabilidade. Isso tem o potencial de ferir as crianças em vez de mantê-las bem.

Conferência de Endereços de Riscos de Vacinas

NVIC oct. 2-4

Neste 2 a 4 de Outubro de 2009 em Washington, D.C., os pais preocupados sobre a falta de segurança da vacina e consentimento de proteção informadas no sistema de vacinação se juntarão com doutores, cientistas, bioeticistas, peritos legais, jornalistas, e advogados que defender o consumidor à Quarta Conferência Pública Internacional em Vacinação para falar sobre a ciência, política, lei e éticas de vacinação.  [4]

Imunidade jurídica para fabricantes da vacina H1N1

Lucro a todo custo, mesmo utilizando-se para isso cobaias humanas

A Ministra da Saúde dos EUA, Kathleen Sebelius assinou um decreto que garante a total imunidade jurídica para os fabricantes de vacinas contra a gripe suína em todos os processos criminais que possam se originar de qualquer ligação da nova vacina contra esta gripe. Além disso, este urgente programa do governo ao custo de 7 bilhões de dólares tenta lançar no mercado a vacina contra o H1N1 antes da alta estação da gripe, que começa no outono, e sem proceder com as usuais medidas de segurança. Trata-se talvez, nesta histeria oficial apoiada pelo OMS, da declaração do vírus H1N1 em pandemia mundial como algo totalmente diferente?

Primeiramente, nem a Organização Mundial da saúde – OMS, nem o Center for Disease Control (CDC) dos EUA, nem qualquer instituto científico apresentaram a prova científica necessária para a existência do alegado vírus Influenza-A-H1N1. Para tal prova seria necessário isolar o vírus segundo critérios científicos, determinar e fotografar com microscópio eletrônico – esse é o procedimento padrão. Mesmo assim ele é usado para alertar mundo afora contra uma ‘pandemia’.

O pânico espalhado pelo lado oficial ante uma suposta ameaça através da gripe suína toma dimensões dignas de romance de ficção científica a lá George Orwell. O decreto que a Ministra Sebelius acabou de assinar garante aos fabricantes de vacinas contra a gripe suína, segundo lei que entrou em vigor em 2006, imunidade jurídica em casos de calamidade pública na saúde.

O plano não tão sábio do SAGE

Desde que a Organização Mundial da Saúde OMS, seguindo uma recomendação do grupo de trabalho da OMS para questões de imunização, Strategic Advisory Group of Experts (SAGE) on Immunizations, declarou a infecção H1N1 como fase 6 ou pandemia, podem ser iniciadas imediatamente medidas de caráter emergencial de saúde pelo mundo afora, até mesmo em países como a Alemanha, onde o número de casos de infecções H1N1 registrados ou até mesmo somente ‘suspeitos’ podem ser contados nos dedos da mão.

O grupo SAGE da OMS deve ser examinado mais atentamente. Seu diretor é desde 2005 o Dr. David Salisbury, chefe do departamento de imunização do Ministério da Saúde britânico. Nos anos 80, Salisbury foi bastante criticado, pois apoiou a vacinação em massa de crianças com a vacina combinada MMR (Caxumba-Sarampo-Rubéola) da empresa que antecedeu a GlaxoSmithKline. Justamente essa vacina foi tirada do mercado no Japão, após ter gerado efeitos colaterais em um número considerável de crianças e o governo japonês ter sido obrigado a pagar enormes indenizações. Na Suécia, a vacina MMR foi retirada do mercado quando os cientistas ligaram-na com o aparecimento da doença de Morbus Crohn. Aparentemente o chefe da SAGE, David Salisbury não se deixou impressionar com isso na época.

Segundo informações do investigador britânico independente Alan Golding, que conseguiu a liberação dos documentos sobre o caso, foi ‘introduzido em 1986, no Canadá, o preparado MMR Trivix, que contém a cepa do vírus da caxumba Urabe AM-9, ao invés do MMR I. Nos protocolos dos grupos de trabalhos conjuntos da associação britânica de pediatras (Joint Working Party of the British Paediatric Association) e do Comitê conjunto do grupo para vacinação e imunização (Joint Committee on Vaccination and Immunization JVCI Liaison Group), a 26 de junho do mesmo ano, foi expressa a preocupação com a introdução do MMR na Grã-Bretanha. Esta preocupação foi confirmada rapidamente, pois aumentaram os relatos de casos de meningite asséptica em pessoas vacinadas. Finalmente, no início de 1988, no Canadá, todas as vacinas MMR que continham a cepa Urabe, foram retiradas de circulação. Isso aconteceu ainda antes do Ministério da Saúde do Reino Unido ter liberado as vacinas que continham o Urabe…’

No relatório temos: ‘Smithkline-French, a empresa farmacêutica, que mais tarde se tornou Smith-Kline-Bencham e produzia na Grã-Bretanha, levou a sério estas questões de segurança e hesitou em pedir a licença para a vacina com Urabe. Como resultado de sua ‘preocupação’, as crianças poderiam sofrer sérios danos através de algum de seus produtos, eles exigiram que o governo britânico os assegurasse contra possíveis processos criminais, os quais poderiam acontecer devido a possíveis ‘baixas’ em relação com a vacina, cujos riscos para a saúde já eram conhecidos nesta época. Por recomendação do professor Salisbury e dos representantes do Ministério da Saúde, o governo britânico, que estava empolgado em poder fornecer uma barata vacina MMR, cedeu às exigências.

Hoje, o mesmo Dr. Salisbury se empenha na utilização mundial da não-testada vacina H1N1, que é produzida pelo mesmo fabricante e que se chama agora GlaxoSmithKline.

O último desastre da inventada gripe suína

Na última vez, o governo norte-americano foi confrontado em 1976 com uma nova gripe suína. Milhares exigiram indenização naquela época e alegaram que eles sofriam efeitos colaterais da vacina. Desta vez o governo tomou medidas para evitar processos desde o início, caso novamente milhares de cidadãos americanos venham a sofrer sérias complicações, porque receberam vacinas não testadas.

Em 1976, o presidente Gerald Ford que estava preocupado na época com sua reeleição, foi aconselhado pelo chefe do CDC, David Sencer, a promover uma ampla campanha de vacinação em todo o país. Da mesma forma como hoje em dia com a gripe suína H1N1, Spencer fomentou o medo de uma suposta epidemia de gripe como em 1918. É notável que ainda hoje alguns cientistas declarem que os óbitos de 1918-1919 – após o fim da devastadora Primeira Guerra Mundial – se originaram não devido a um vírus, mas sim à campanha de vacinação do governo contra a ‘gripe espanhola’. Vale mencionar que a Universidade e Fundação Rockfeller estavam no centro dos acontecimentos daquela época.

Em 1976, apareceram casos da chamada naquela época gripe suína em soldados no Fort Dix, Estado de Nova Jersey, que provocaram uma vítima. A causa da morte é controversa, pois o soldado adoecido pela gripe foi forçado a participar uma marcha e caiu morto. Sencer solicitou a Ford que iniciasse uma campanha, a qual se revelou posteriormente como um vergonhoso fiasco da história da saúde pública americana. Sencer foi forçado a se demitir finalmente do cargo de diretor do CDC.

No escopo daquela campanha, 40 milhões de norte-americanos foram vacinados pelos órgãos públicos. Nunca houve uma pandemia, mas milhares que foram vacinados pediram indenizações por causa de lesão corporal, pois eles contraíram a doença neurológica Síndrome Guillain-Barre ou apresentaram outros efeitos colaterais. Pelo menos 25 pessoas morreram, 500 adoeceram devido à síndrome de Guillain-Barre, uma inflamação do sistema nervoso que leva a paralisias ou até a morte. Houve também outros efeitos colaterais. O governo norte-americano teve que pagar indenizações após as vítimas da vacinação provocaram um escândalo nacional. Em 1976, a vacina contra a gripe suína se mostrou muito mais perigosa do que a própria doença.

Sencer foi demitido em 1976 por causa desse fiasco, mas o leite já tinha sido derramado.

Sem ficha de segurança? Don’t worry, be happy…

Mas ainda vem o pior. Agora, quando o governo Obama assinou um decreto que garante a imunidade jurídica contra vindouros processos criminais, o órgão regulamentador de medicamentos FDA, dos EUA e os órgãos públicos da saúde da Grã-Bretanha decidiram que as grandes empresas farmacêuticas (‘Big Pharma’) podem colocar vacinas no mercado, antes que os resultados das pesquisas sobre seus efeitos colaterais sejam conhecidos.

As primeiras doses da vacina contra gripe suína serão liberadas antes que estejam disponíveis os dados sobre efeitos colaterais e eficácia. A vacina não-testada contra ‘pandemia’ deve ser aplicada em duas altas doses. Uma marca deve conter um composto químico adicional em sua formulação, o assim chamado de adjuvante, para tornar a vacina mais ‘eficaz’, mas que aumenta drasticamente o perigo de possíveis efeitos colaterais.

Primeiramente devem ser vacinadas as crianças; elas tomam a vacina provavelmente já um mês antes dos resultados dos testes serem conhecidos.

Na Grã-Bretanha, os órgãos públicos da saúde National Health Service (NHS) receberam a ordem de se preparar para o pior dos casos: a gripe suína pode provocar a morte de até 65.000 vidas no próximo inverno, dentre eles milhares de crianças.

O governo britânico já encomendou 132 milhões de doses da vacina junto a dois fabricantes, GlaxoSmithKline e Baxter, os quais licenciaram já previamente três vacinas-’bases’ em preparação contra uma pandemia. Isso soa como encomendado, embora a OMS e os epidemiológicos assegurem que não é possível se preparar antecipadamente frente a uma ameaçadora mutação do atual e relativamente inofensivo problema do H1N1.

Realmente é inacreditável que o grande fabricante farmacêutico Baxter já tenha requerido a patente para a vacina H1N1, um ano antes que o primeiro caso do suposto H1N1 tivesse sido relatado:

Baxter Vaccine Patent Application (requerimento de patente para vacina) US 2009/0060950 A1. No requerimento lê-se: ‘… a composição ou agente ativo contém mais do que um antígeno… como Influenza A ou Influenza B, principalmente escolhidas de um ou mais subtipos de gripe humana H1N1, H2N2, H3N2, H5N1, H7N7, H1N2, H9N2, H7N2, H7N3, H10N7, dos subtipos de gripe suína H1N1, H1N2, H3N1 e H3N2 assim como subtipos de gripe canina e eqüina H7N7, H3H8 ou de subtipos de gripe aviária H5N1, H7N2, H1N7, H7N3, H13N6, H5N9, H11N6, H3N8, H9N2, H5N2, H4N8, H10N7, H2N2, H8N4, H14N5, H6N5, H12N5.’

E mais além lê-se no requerimento: ‘Como adjuvantes adequados são considerados géis minerais, hidróxido de alumínio, substâncias tensoativas, lisolecitinas, Pluronic-Polyole, poliânions ou emulsões oleosas como água em óleo ou óleo em água ou uma combinação disto. A escolha dos adjuvantes depende naturalmente da aplicação planejada. Desta forma, por exemplo, a toxidade depende do organismo alvo e pode variar de não-tóxico até altamente tóxico’.

Não existe qualquer dispositivo legal – poderia ser que Baxter esteja se preparando para vender muitas centenas de milhões de doses da vacina que contêm o altamente tóxico hidróxido de alumínio como adjuvante? Talvez fosse a hora de exigir que todas as lideranças da OMS, da SAGE e do CDC, do governo Obama, os membros do gabinete e do congresso norte-americano, que liberaram sete bilhões de verba para o H1N1, e consentiram que a indústria farmacêutica recebesse imunidade perante as posteriores indenizações que seus produtos viessem a causar, se colocassem eles próprios à disposição como cobaias para a nova vacina. Assim pode se observar os resultados. O mesmo deveria valer para outros órgãos públicos ou instituições que exigem que os cidadãos sejam vacinados com a vacina H1N1 da GlaxoSmithKline ou Baxter, eles devem atentar que a vacina seja realmente segura.

A OMS não registrará mais os casos do H1N1

Um outro sinal de que todo mundo está fazendo papel de idiota neste cenário de gripe suína da OMS, se mostra na mais nova decisão da OMS – desta instituição atuante internacionalmente, que justamente deveria ser responsável em vigiar este princípio das chamadas pandemias ou somente epidemias pelo mundo afora –, de não seguir mais o desenvolvimento da gripe suína (ou do H1N1 Influenza A, como hoje se prefere chamar para não atrapalhar o Smithfield Foods ou outros produtores industriais de Porcos – CAFO).

Em um informativo publicado em sua página na Rede, encontra-se o espantoso anúncio que os casos de H1N1 não serão mais registrados. A última contagem da OMS, de 6 de julho, resultou em 96.512 casos confirmados em 122 países, dos quais 429 mortes.Aparentemente a OMS quer dizer com através deste novo passo, que o número de casos confirmados em laboratório é irrelevante.

No informativo pede-se que os países continuem a noticiar os casos confirmados. Os países devem também atentar a eventual aumento dos casos de morte que poderia indicar a mutação do vírus para uma forma mortal. Outro ‘sinal, que dever-se-ia atentar com cuidado’, seria o aumento de casos em escolas, um aumento dos infectados e freqüentes internações.

Também a CDC em Atlanta apoiou a decisão da OMS. Dr. Michael T. Osterholm, diretor do Center for Infectious Disease Research and Policy (em português: Centro de pesquisa e vigilância de doenças infecciosas) da Universidade de Michigan, admite que os testes para confirmar o H1N1-Influenza A não são exatos, mas conduzidos mais pela sorte, pois: ‘Fazer a coisa errada pode ser pior do que fazer nada’. Portanto a OMS decidiu não mais registrar os resultados dos testes, os quais não fornecem qualquer quadro científico se alguém contraiu ou não o H1N1. Ela também decidiu não contar mais os resultados de testes e casos confirmados do H1N1 por todo o mundo, porque ‘a gente pode presumir que na maioria dos caso trata-se da gripe suína H1N1’. Isso não pode ser considerado uma pesquisa científica, que sobre seus fundamentos nos aconselha a vacinar nossas crianças. Não, não com nossas crianças! [5]

A gripe suína exala o mau cheiro da corrupção

GlaxoSmithKline anunciou lucro recorde trimestral de 2,4 bilhões de Euros

Assustadores detalhes sobre o quase criminoso e irresponsável comportamento dos diretores da instituição da ONU, a OMS (Organização Mundial da Saúde) – a qual decretou uma ‘pandemia’ mundo afora por causa da suposta doença Influenza H1N1, ou também chamada de Gripe Suína – vem agora à tona. Nos EUA e na Grã-Bretanha, representantes dos órgãos de saúde para segurança de medicamentos liberaram as vacinas de grandes fabricantes farmacêuticos, as quais ainda não foram pesquisadas sobre possíveis efeitos colaterais ou submetidas a outros testes. Mas isso ainda não é tudo, agora descobre-se que um importante membro do conselho do governo britânico para vacinação emergencial está na folha de pagamento de um dos maiores fabricantes de vacina do mundo.

Os órgãos de fiscalização britânicos em caso de uma situação de emergência na saúde e possível epidemia procuram conselho para decisões de ameaça extrema através de determinadas doenças, junto a um conselho científico, o Strategic Advisory Group of Experts (SAGE) on Immunizations (conselho estratégico para situações emergenciais). Agora foi desvendado que um membro dirigente da britânica SAGE, Professor Sir Roy Anderson, é um membro remunerado da diretoria do grande conglomerado farmacêutico GlaxoSmithKline, que participa na fabricação do antiviral Relenza, recomendado pela OMS, e da vacina contra H1N1 Influenza A ou Gripe Suína.

Anderson, que tem assento no Scientific Advisory Council for Emrgencies, SAGE, um grupo de trabalho com 20 membros e que elabora um plano de ação contra a disseminação do vírus, ganha como diretor da GlaxoSmithKline a quantia anual de 134.000 Euros. GlaxoSmithKline vende vacinas contra a gripe suína e medicamentos antivirais à rede de saúde britânica e aos governos do mundo inteiro.

As conexões financeiras para uma das empresas, que se beneficia das decisões da política para saúde pública do governo, significam uma clara quebra dos estatutos da SAGE. Grupos de contribuintes exigiram que Anderson entregasse o cargo na SAGE por causa desse notório conflito de interesses. Até então, tanto o governo britânico assim como também a GlaxoSmithKline negam tal conflito de interesses e tentam abafar o escândalo.

Anderson foi chamado à SAGE para ‘aconselhá-la cientificamente junto aos órgãos públicos em relação à eclosão da gripe suína’. Justamente ele é que falou como um dos primeiros especialistas da Grã-Bretanha sobre uma possível pandemia. Em uma entrevista à rádio britânica Radio Four Today, a 1 de maio, ele fez propaganda dos medicamentos contra gripe e apelou para que fossem utilizados em larga escala. É claro que não foi falado aos ouvintes que ele também trabalhava para a GSK, o fabricante do Relenza, um dos dois antivirais recomendados.

Desde a eclosão mundo afora da gripe suína em abril (a própria doença se desenvolve tão suave como uma nova gripe, uma prova da existência do novo agente patogênico alegado pela OMS não foi apresentada), a GlaxoSmithKline anunciou um lucro recorde trimestral de 2,4 bilhões de Euros. A venda do Inalador-Relenza, uma alternativa ao Tamiflu, provavelmente trará mais de 700 milhões de Euros. Este valor aumentará mais uma vez até 2,3 bilhões, quando tiver iniciado em setembro a distribuição da vacina contra a gripe suína.

O valor das ações da GSK aumentou desde maio em dez por cento. Um porta-voz da GSK salientou, não há qualquer conflito de interesses. Quando eclodiu em 2001 a febre aftosa nos bovinos, Anderson atuou como consultor de Tony Blair. Seu conselho levou naquela época ao sacrifício totalmente desnecessário de seis milhões (ops! – NR.) de animais. Na Universidade de Oxford, Professor Anderson foi motivo de uma controvérsia por ter infringido as regras, pois ele não apresentou sua participação comercial como acionário da International Biomedical and Health Sciences Consortium, uma empresa de consultoria de Oxford para biomedicina. A firma concedeu bolsas de estudo para seu centro de pesquisas. Sir Roy precisou entregar o cargo. Ele foi então para o Imperial College, em Londres, e tornou-se mais tarde diretor do departamento científico no Ministério da Defesa, antes dele ter se tornado reitor da Universidade Imperial College no ano passado, de onde ele recebe um salário anual de 460.000 Euros. [6]

A Vacina Da Gripe Não Reduz Risco De Morte Em Idosos

Uma pesquisa nova do Canadá sugere que alguns estudos têm exagerado os benefícios da vacina da gripe reduzindo os índices de mortalidade entre pacientes idosos e que embora ela confira proteção contra cepas específicas da gripe, outros fatores como efeitos não identificados do ‘usuário saudável’ produziram reduções pequenas mas estatisticamente insignificantes nas taxas de mortalidade de todas as causas.

O estudo foi conduzido pelo investigador Dr Sumit Majumdar, professor adjunto na Faculdade de Medicina e Odontologia da Universidade de Alberta em Edmonton, Alberta, Canadá e foi publicado na primeira edição de setembro da Sociedade Torácica Americana, o American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.

Majumdar e seus colegas descobriram que a percepção amplamente segura de que as vacinas da gripe reduzem o risco de morte nos idosos não resiste a nenhum escrutínio.

Para o estudo, eles analisaram dados clínicos de registros de todos os 6 hospitais na região de Capital Health em Alberta.

Isto quer dizer que eles tiveram 700 pacientes emparelhados na sua maioria acima de 65 anos, que tinham sido hospitalizados pela comunidade – por pneumonia adquirida fora da estação da gripe.

A metade dos pacientes tinha recebido a vacina da gripe e a outra metade não, e cada paciente vacinado foi emparelhado com um equivalente não vacinado de idade semelhante, mesmo sexo, e outras características demográficas, mais condições médicas semelhantes, estado funcional, status tabágico e medicamentos de prescrição atuais.

Os registros deram aos investigadores informações detalhadas, inclusive variáveis que não haviam sido consideradas ou não tinham sido avaliadas nos estudos que tinham informado a redução na mortalidade.

Majumdar e seus colegas descobriram que:

. A mortalidade hospitalar global revelou que 12% dos pacientes morreram.

. 29% tiveram pneumonia severa.

. O tempo médio global de permanência no hospital foi de aproximadamente 8 dias.

. Enquanto eles analisaram os cálculos usando um modelo semelhante ao empregado pelos estudos observacionais prévios (que na maioria mostravam que os pacientes vacinados morriam em média 50% a menos do que os não vacinados), havia uma diferença notável quando eles ajustaram com a informação clínica detalhada.

. As informações clínicas detalhadas que eles incluíram no seu ajuste eram coisas como: a necessidade para uma diretiva avançada, imunizações pneumocócicas, estado socioeconômico, além de sexo, ser ou não fumante, estado funcional e severidade da doença.

. Quando eles controlaram estas variáveis, o risco relativo de morte abaixou para um valor estatisticamente não significativo de 19%.

Quando Majumdar e seus colegas acrescentaram outros 3.400 pacientes da mesma coorte à sua análise, eles descobriram que o risco relativo não mudou muito.

Eles concluíram que:

‘A redução de 51% na mortalidade com vacinação inicialmente observada em pacientes com pneumonia que não tiveram gripe era mais provavelmente um resultado confuso.’

‘Estudos observacionais prévios podem ter superestimado os benefícios da vacinação da gripe na mortalidade’, eles adicionaram.

Especulando os seus resultados, eles sugeriram que havia uma confusão difícil de corrigir devido ao efeito da vacinação nos ‘usuários saudáveis’ vacinados.

O Dr Dean T. Eurich, epidemiologista clínico e professor assistente na Escola de Saúde pública na Universidade de Alberta, disse:

‘Embora tal redução na mortalidade de todas as causas tenha sido impressionante, estes benefícios na mortalidade são muito improváveis.’

‘Estudos prévios estavam medindo um benefício diretamente não atribuível para a própria vacina, mas algo específico aos indivíduos que foram vacinados – um benefício de usuários saudáveis ou propensão tendenciosa’, ele adicionou.

Eurich disse que durante os últimos 20 anos ou mais nos EUA, embora a taxa de vacinação entre os pacientes idosos subiu de 15% para 65%, não foi emparelhado com uma equivalente queda nas admissões hospitalares ou todas as causas de mortalidade.

‘Mais adiante’, Eurich disse, ‘só aproximadamente 10% das mortes no inverno nos Estados Unidos são atribuíveis à gripe, assim sugerir que a vacina pode reduzir 50 % de mortes de todas as causas é improvável em nossa opinião.’

Fazendo um comentário sobre o efeito do usuário saudável, Eurich explicou que ‘foi visto freqüentemente em que doutores se referem aos seus ‘bons’ pacientes – pacientes que são bem informados sobre sua saúde, que se exercitam regularmente, não fumam ou deixaram de fumar, só bebem com moderação, cuidam do que comem, fazem visitas regulares ao médico para manutenção da saúde e triagens de doenças, tomam seus medicamentos exatamente como prescrito – e muito religiosamente são vacinado todo ano para ficarem saudáveis.’

Ele disse que tais atributos são quase ‘impossíveis de capturar em estudo de grande escala usando bancos de dados administrativos.’

Os investigadores disseram que a sua mensagem principal da pesquisa é a de que o idoso ainda deve ser vacinado contra a gripe, mas como explicou Majumdar:

‘Você também precisa cuidar de você. Todo mundo pode reduzir o seu risco tomando precauções simples.’

‘Lave suas mãos, evite as crianças doentes e os hospitais durante a estação da gripe, considere os agentes antiviróticos para profilaxia e fale com seu médico assim que se sinta indisposto porque ainda há uma chance para diminuir os sintomas e prevenir a hospitalização se você adoecer – porque a vacina da gripe não é tão efetiva quanto às pessoas têm pensado que é.’

A mensagem para os desenvolvedores de vacinas é que os relatórios previamente inflacionados com as reduções nas taxas de mortalidade podem ter abafado o desenvolvimento de vacinas mais novas e melhores para uso no idoso, e para os políticos a mensagem é que o esforço para melhorar a qualidade do cuidado é a melhor diretriz em evidência baseada em precauções como lavar as mãos, vacinar as crianças e os trabalhadores de cuidados médicos.

Para os investigadores, Majumder tem esta mensagem menos tranqüilizadora: ‘o efeito do usuário saudável está nos lugares onde você não queria que ele estivesse.’  [7]

Um outro artigo, encontrado num blog, também relata esta pesquisa e outra feita nos EUA:

Vacina antigripe não salva idoso, diz estudo

Vacinar idosos contra a gripe pode não ser uma forma eficiente de prevenir pneumonia e morte, afinal. Dois estudos independentes publicados nas últimas semanas sugerem que o benefício da imunização que vem sendo observado nos pacientes é resultado de outros fatores –e não da vacina em si.
Os trabalhos, um americano e um canadense, foram os primeiros a avaliar o histórico de pacientes vacinados e não vacinados que deram entrada em hospitais com pneumonia. Em idosos, esse mal geralmente evolui a partir da gripe.

Ambos concluem que os idosos vacinados de fato adoecem e morrem menos. No entanto, esses pacientes também têm melhor nível socioeconômico e educacional –portanto, tendem a uma vida mais saudável.

Os novos resultados adicionam polêmica a um campo até agora incontroverso das políticas de saúde pública. Há pelo menos 15 anos a vacinação contra a gripe é amplamente recomendada para idosos, com base em uma série de estudos que mostravam uma redução na mortalidade dos vacinados.
Alguns países, como o Brasil, têm programas de vacinação gratuita. Só o Brasil gastou em 2006 R$ 118,6 milhões na compra de 18,6 milhões de doses da vacina. Em sua página na internet, o Ministério da Saúde faz coro: ‘Estimativas de estudos internacionais indicam que a vacina contra a gripe provoca redução da mortalidade em até 50% entre a população idosa’.

O problema é que, até agora, as pesquisas que mostram benefício na imunização foram baseadas apenas em observações de pacientes, sem nenhum controle de outros fatores.

‘Nós estamos numa caverna escura e não sabemos ainda o que acontece lá dentro’, disse à Folha o epidemiologista Sumit Majumdar, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Alberta, no Canadá.
Na última edição do periódico ‘American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine’, Majumdar e colegas começaram a iluminar a caverna.

Para testar se o benefício da vacina era real, o grupo canadense resolveu tentar responder à seguinte pergunta: qual é o efeito da vacina de gripe sobre a mortalidade de idosos no verão, época do ano em que não há vírus influenza circulando entre a população?

Usuário saudável

O estudo acompanhou de 2000 a 2002 um conjunto de 704 idosos internados no sistema hospitalar de Alberta com pneumonia. Metade dos pacientes havia recebido a vacina no inverno anterior, metade não. Mesmo sem exposição ao vírus, 8% dos vacinados morreram contra 15% dos não vacinados. Uma redução na mortalidade de 51%. Ou seja, o benefício aparece mesmo sem o vírus.

Os pacientes selecionados para o estudo também eram avaliados quanto a condições prévias de saúde e alguns hábitos -se andavam sozinhos ou se fumavam, por exemplo. No total, 36 variáveis que poderiam afetar a saúde foram consideradas. Quando os resultados do estudo foram reavaliados à luz dessas diferenças, a equipe constatou que o real efeito protetor era desprezível.

‘O que nós descobrimos é que as pessoas que se vacinam são mais ricas e mais instruídas. Quando você soma isso tudo, não há um grande benefício’, disse Majumdar. ‘Não estamos dizendo que a vacina mata as pessoas, mas que nós temos exagerado enormemente seus benefícios.’

O outro estudo, conduzido por um grupo da Universidade de Washington (EUA) e publicado em agosto no periódico ‘The Lancet’, chegou à mesma conclusão ao tentar medir o efeito da imunização na redução de casos de pneumonia num grupo de 1.173 pacientes. ‘Depois de ajustarmos para a presença e severidade de comorbidades [outras doenças] (…) a vacina contra influenza não foi associada a risco reduzido’, afirmam os médicos, liderados por Michael L. Jackson.

Majumdar diz que os programas de vacinação são necessários, mas insuficientes. E que a única maneira de saber qual é o real benefício da vacina é conduzir estudos clínicos, algo que os governos se recusam a fazer por razões éticas – já que nesse tipo de estudo alguns voluntários não recebem a droga, para comparar sua eficiência. ‘Todo mundo sempre achou que o benefício era tão evidente que ninguém poderia negar a vacina a um grupo’, diz Majumdar.

O Ministério da Saúde, procurado pela Folha, disse estar analisando a validade do estudo canadense. [8]

Este é um momento interessante para se perguntar por que existe este tipo de conflito na ciência, já que aparentemente ela segue padrões rígidos de pesquisa com protocolos confiáveis e consensuais.

A resposta veio neste mês de agosto na Superinteressante, num artigo intitulado ‘A Ciência de provar qualquer coisa’:

Em 2003 um grupo de cientistas italianos (de onde mais?) constatou que comer pizza poderia prevenir alguns tipos de câncer do sistema digestivo.

Para chegar a essa conclusão, examinaram 3.315 pessoas com a doença e as contrastaram com outros 5 mil indivíduos que não tinham câncer. Entre os saudáveis havia muito mais pessoas que comiam pizza do que no grupo dos doentes. De posse de dados tão conclusivos, publicaram os resultados no International Journal of Cancer. Quatro anos depois, um novo estudo, feito por cientistas chineses, constatou que uma dieta rica em proteína animal (que inclui a boa e velha mussarela das pizzas) aumenta em até 50% o risco de câncer no sistema digestivo. Para chegar a essa conclusão, pegaram 1.204 mulheres com o tumor e as compararam com 1.212 outras saudáveis. As saudáveis comiam menos proteína animal (ou seja, queijo) do que as doentes. Adivi­nhe o que fizeram então os chineses? De posse de dados tão conclusivos, publicaram os resultados no International Journal of Cancer. Mas e aí, aquela pizzada evita ou estimula o câncer? O que esses estudos nos dizem sobre o hábito de comer pizza?

Na realidade, os estudos não nos ensi­nam nada sobre pizza mas muito sobre ciência. Quem acompanha com freqüência o noticiário já percebeu que nem sempre dá para botar fé nos resultados científicos que pululam na mídia. Um dia, comer ovo protege o coração; no dia seguinte, aumenta o risco de enfarte. Aspirina uma hora ajuda a mitigar o mal de Alzheimer; na outra, não faz efeito. A ciência parece ter a inexplicável característica de conseguir provar qualquer coisa. Mas como isso pode acontecer?

Números e números

Apesar de tantos resultados contraditórios, é difícil calcular uma proporção de erros para pesquisas científicas. Uma das únicas tentativas feitas até hoje é um estudo da Universidade Tufts, de Boston, que afirma que mais de 50% dos resultados que nos são apresentados diariamente pelos cientistas estão errados. Para o autor do trabalho, Iohn Ioannidis, até mesmo praticando a ‘boa ciência’ (ou seja, baseada em premissas razoáveis e protocolos confiáveis), é possível obter um resultado que seja cientificamente defensável, mas absolutamente falso. E ele tem fortes motivos para acreditar nisso.

Fazer ciência significa elaborar uma hipótese e executar um experimento para sustentá-la. É aí que está o primeiro gancho: tudo que um cientista imaginar pode ser estudado. Para cada trabalho que comprova, vamos dizer…, que comer ameixa ajuda no funcionamento do intestino, pode haver dezenas de outros provando que ameixas previnem resfriados ou curam dores nas costas, por exemplo. ‘O problema básico é que há muito mais hipóteses falsas no mundo do que verdadeiras. Assim, se você testar todas as hipóteses que surgirem na sua cabeça, a maioria das que parecerem verdadeiras será na verdade falsa’, diz Alex Tabarrok, economista da Universidade George Mason, no Canadá.

Para testar esses milhões de hipóteses possíveis, os cientistas então se munem de amostras enormes para extrair resul­tados relevantes. ‘Amostras maiores são melhores. Mas nem sempre resolvem o problema’, afirma Tabarrok. É o caso dos estudos das pizzas. Cada um analisou milha­res de pessoas – e ainda assim resultaram em conclusões opostas. Ocorre que, por melhores que sejam as amostras, às vezes elas tendem a confirmar hipóteses falsas.

Segundo análises estatísticas, erros assim ocorrem em mais ou menos 5% dos casos. É algo parecido com o que acontece com as pesquisas de intenção de voto. Costumam acertar na mosca – mas nem sempre.

Não é difícil entender os perigos armados por correlações estatísticas. O método é arriscado para chegar a conclusões defini­tivas. Afinal, a correlação estatística (que analisa dois fatores distintos como ‘mais pizza/menos câncer’) pode ser explicada por alguma outra coisa que o estudo não considerou. Isso aconteceu em 2007, quando uma pesquisa da Universidade Harvard, nos EUA, relacionou o consumo de soja com infertilidade masculina. O dado deixou milhares de homens com medo de tofu, mas poucos prestaram atenção num detalhe. Os voluntários do estudo (que, aliás, eram somente 99) foram angariados numa clínica de reprodução. Ou seja, provavelmente já tinham problemas de fertilidade – indepen­dentemente do consumo de soja.

Ciência best seller

A coisa só piora quando os cientistas preci­sam justificar o financiamento às suas linhas de pesquisa. O que acontece, então, é que eles se concentram sempre nos mesmos tópicos quentes. É o caso do estudo das células-tronco ou de análises de risco de doenças com base na genética: são assuntos que estão na moda e precisam lutar entre si por um espaço ao sol. É aí que entra o fantasma do hype, o gosto de revistas por publicar resultados bombásticos, mesmo que não sejam os mais precisos (ou você já viu uma pesquisa anunciando que algo não causa alguma doença?). Ultimamente, a situação ficou tão crítica que a Nature, revista científica mais prestigiada do planeta, estabeleceu um canal para pesquisadores apontarem se há algo hype nos artigos que andam publicando. Tanta preocupação se justifica. O estudo de Ioannidis, o que afir­ma que a maioria das pesquisas está erra­da, acompanhou 49 trabalhos que foram publicados nas mais importantes revistas científicas do mundo – e mostrou que um terço deles foi desmentido em poucos anos. Ou seja, tem gente publicando resultados bombásticos demais – o que é bom para os negócios e péssimo para a ciência.

O que também determina a publicação de uma pesquisa é o sistema de peer-review (‘revisão por pares’), em que um trabalho só recebe a chancela de uma revista científica, depois que outros cientistas julgam se tratar de boa ciência. Quem conhece bem esse sistema é o físico português João Magueijo, do Imperial College, de Londres. Ele tentou propor uma teoria em que a velocidade da luz não fosse constante – uma idéia que contrasta com a Teoria da Relatividade de Einstein. Resultado: todos seus artigos foram recusados. ‘Qualquer idéia muito nova tem um problema já no início’, diz Magueijo. Para ele, os grandes papas da ciência, que julgam os novos artigos, costumam rejeitar propostas diferentes do status quo porque passaram a vida se dedicando a noções consagradas. ‘Sim, existem problemas no peer-review’, diz Henry Gee, editor da Nature. ‘Mas, num todo, ainda funciona. Afinal, quem dá o parecer também é autor, e espera que seu próximo estudo seja tratado com justiça. Por isso, tenderá a ser justo.’ Ainda assim, se não houvesse falhas, como explicar grandes fraudes, como a do sul­coreano Woo-suk Hwang, que em 2004 disse ter clonado humanos?

Eis que a ciência não é aquele conjunto de verdades que gostaríamos que fosse. No fim das contas, avanços são inegáveis. Mas; quando os cientistas estão ainda testando hipóteses, o processo é muito mais tor­tuoso do que se imagina. Só não podemos desprezar o valor da pesquisa. Até mesmo trabalhos pouco conclusivos são impor­tantes. ‘Alguns dos resultados de baixa credibilidade podem levar a novos modos de pensar. Gostaria apenas que não tivéssemos vergonha de dizer ‘encontramos algo muito interessante, mas que tem apenas 1% de probabilidade de ser verdadeiro’’, diz Ioannidis. Aí, quem sabe, não teríamos de quebrar a cabeça para saber se o delicioso ovo da página anterior faz bem ou mal. [9]

Esta questão é muito interessante porque traz à tona o questionamento da ‘infalibilidade da ciência’, como outrora havia a ‘infalibilidade papal’. Em meu livro ‘A Revolução da Medicina’ dedico um capítulo a esta questão, chamada de ‘Paradigma’ e que pode ser lido na sua íntegra neste meu blog:

Praticamente todas as escolas do pensamento científico atual tendem a aceitar a história da ciência como um desenvolvimento linear, com gradual e constante acúmulo de conhecimentos sobre os fenômenos naturais, culminando sempre com a somatória dos dados e a conclusão momentânea da resultante obtida.

Entretanto, os recentes questionamentos epistemológicos de grandes cientistas que serão aqui citados mostram que a história da ciência está longe da linearidade, e que apesar de toda sua aparente evolução, ela não descreve a realidade de forma acumulativa cada vez mais profunda e verdadeira. Inclusive a própria noção da realidade está em julgamento! Grof escreve que os cientistas não lidam com a verdade (no sentido de correspondência exata entre a descrição e os fenômenos descritos) – eles lidam com descrições limitadas e aproximadas da realidade.

Foi o físico e historiador da ciência Thomas Kuhn quem primeiro percebeu estes ‘critérios de verdade’, definindo as diferenças fundamentais entre as ciências naturais e sociais. Ele observou que os estudiosos da astronomia, física e química, por exemplo, apresentavam poucas controvérsias acerca dos seus problemas fundamentais, diferentemente do que ocorria com os cientistas sociais como os historiadores, antropólogos e sociólogos. A constatação dessa discrepância conduziu-o à publicação de um trabalho pioneiro, intitulado A Estrutura das Revoluções Científicas.

Estes estudos mostraram que a ciência não é um processo uniforme e gradual de acúmulo de dados e uma formulação cada vez mais perfeita de teorias. Ao contrário, identifica uma natureza histórica cíclica, com estágios e características dinâmicas, específicas e interrelacionadas, onde o conhecimento é obtido de forma multifatorial e não regular.

Popper, por sua vez, percebe e revela a razão destes conflitos científicos nas ciências sociais:

“A Física se vale do método experimental, isto é, introduz controles artificiais, provoca isolamento artificial e, assim, assegura a reprodução de condições similares à que deseja estudar e garante a conseqüente produção de certos efeitos. Esse método se baseia, claramente, na idéia de que, onde haja condições semelhantes, coisas semelhantes ocorrerão. O historicista afirma que este método não é aplicável em Sociologia. E, ainda que fosse aplicável, não seria útil, pois, como condições similares só se manifestam dentro dos limites de um mesmo período, o resultado experimental seria sempre de alcance muito limitado. Além disso, a artificialidade do isolamento eliminaria exatamente os fatores que em Sociologia são de maior relevo.”

As observações de Kuhn e de Popper trazem consigo a noção de paradigma, que pode, segundo Grof, ser definido como ‘uma constelação de crenças, valores e técnicas compartilhadas pelos membros de uma determinada comunidade científica’.

O termo ‘paradigma‘ engloba, assim, todos os processos aceitos na prática científica real incluindo as leis, teorias, aplicações e instrumentações, proporcionando assim modelos dos quais brotam as tradições coerentes e específicas da pesquisa científica. Esse comprometimento coletivo e o consenso aparente que produz são pré-requisitos para a ciência normal, isto é, para a gênese e a continuação de uma tradição de pesquisa determinada.

Kuhn percebeu que o termo paradigma é comumente usado no sentido de modelo ou padrão aceitos, mas acredita que ‘em pouco tempo ficará claro que o sentido de ‘modelo’ ou ‘padrão’ (para a ciência) não é o mesmo que o habitualmente empregado na definição de ‘paradigma’.

Isto ocorre porque um paradigma, por definição, deve apresentar um padrão que funcione na representação de outros exemplos, como no caso da conjugação dos verbos na língua portuguesa. Para ele, entretanto, a ciência raramente consegue reproduzir um paradigma, e conclui: ‘o paradigma é um objeto a ser melhor articulado e precisado em condições novas ou mais rigorosas’.

A adesão a um paradigma é tão essencial à maioria das ciências quanto a observação dos fenômenos e a experimentação dos mesmos. Sua aceitação plena é condição básica em qualquer pesquisa científica de importância.

No paradigma atual, por exemplo, acredita-se ainda que o todo pode ser compreendido a partir das propriedades específicas de suas partes. Entretanto, questionamentos mais recentes levam a crer que a relação entre as partes e o todo são invertidas; as propriedades das partes só podem ser entendidas a partir da dinâmica do todo. Observa-se que a realidade em sua totalidade é tão complexa que a ciência não consegue levar em consideração todas as variáveis envolvidas, impossibilitando-a de conduzir todas as experiências possíveis e realizar todas as manipulações que ocorrem normalmente no mundo fenomênico natural. A ciência deve, portanto, reduzir o problema a uma escala manipulável, e a seleção do que fará parte da pesquisa é conduzida pelo paradigma principal de sua época.

Em condições normais todas as pesquisas científicas estão embasadas nas conclusões do paradigma vigente o qual predetermina um conjunto de crenças, estabelece as hipóteses metafísicas fundamentais e proporciona respostas ou hipóteses preconcebidas acerca da natureza da realidade. Este paradigma tem que ser aceito unanimemente pelos cientistas de uma mesma área, como a verdade sobre a realidade. Kuhn considera que a determinação do fato significativo, a harmonização dos fatos com a teoria e a articulação da teoria esgota os problemas da literatura da ciência normal.

E é exatamente este ‘mecanismo de adaptação’ científico que impede a possibilidade de novas descobertas e exploração de novas áreas da realidade, porque quando o paradigma é aceito pela comunidade científica, torna-se a forma exclusiva e obrigatória de abordar problemas, e tende a ser confundido e inclusive imposto com uma descrição acurada da realidade. A maioria dos cientistas passa seu tempo perseguindo a ciência normal, que é categórica na pressuposição de que a comunidade científica sabe como é o universo. Esta teoria coletivamente aceita não só define o que o mundo é, como também o que ele não é! Daí a razão pela qual muitos cientistas, inocente ou presunçosamente, declaram não existirem os fenômenos que eles não estudam ou que são rejeitados pelo paradigma vigente.

Kuhn definiu as pesquisas científicas como sendo ‘um esforço dedicado e extenuante para forçar a natureza em compartimentos conceituais fornecidos pela educação profissional’. Enquanto o paradigma for considerado verdadeiro, somente serão considerados legítimos os problemas que tenham solução viável, enquanto as inovações são suprimidas e consideradas subversivas em relação a seus compromissos básicos. Os paradigmas possuem, assim, um poder de afirmar o que é a realidade e de definir o campo dos problemas que podem ser abordados, determinando seus métodos e estabelecendo os critérios-padrões de solução. Eles adquirem seu status porque são mais bem sucedidos que seus competidores na resolução de alguns problemas que o grupo de cientistas reconhece como graves; é, em grande parte uma promessa de sucesso que pode ser descoberta em exemplos selecionados e ainda incompletos.

A ciência normal busca fundamentalmente solucionar quebra-cabeças e seus resultados geralmente são antecipados pelo paradigma vigente. Para ser classificado como quebra-cabeça, não basta ao problema possuir uma solução assegurada, mas também deve obedecer a regras que limitam tanto a natureza das soluções aceitáveis quanto os passos necessários para obtê-las. É por isso que a pesquisa normal parece ser cumulativa: os cientistas selecionam apenas os problemas que podem ser solucionados pelos instrumentos conceituais e tecnológicos já existentes, além de aceitarem apenas os conhecimentos que corroboram seus critérios de verdade. Assim, a ciência normal não tem como objetivo trazer à tona novas espécies de fenômenos, sendo que os que não se ajustam aos limites do paradigma freqüentemente nem são vistos.

Kuhn observou que as revoluções científicas são precedidas e anunciadas por um período de caos conceitual no qual a prática normal da ciência se modifica gradualmente em ‘ciência extraordinária’. Em algum momento, os equipamentos, as previsões, as observações não poderão se encaixar no sistema de crenças existente. No entanto, estas anomalias não terão força suficiente para questionar a validade dos pressupostos básicos, enquanto o paradigma vigente ainda estiver exercendo seu poder sobre a comunidade científica. Nestes casos, os resultados obtidos serão considerados ‘má pesquisa’.

Entretanto, se os resultados forem confirmados repetidamente, instaura-se a crise, mas mesmo assim os cientistas não renunciarão ao seu paradigma. Isto porque representaria a falência de suas crenças, o que é inadmissível. A única possibilidade ocorre quando alternativas viáveis apresentem-se disponíveis ao meio científico. Neste momento algumas mentes privilegiadas pelo destemor e pela lucidez concentram sua atenção sobre o problema, tornando os critérios para a pesquisa mais flexíveis. Formulações competitivas proliferam, e suas divergências aumentam gradualmente. O descontentamento com o paradigma comumente aceito aumenta, e os cientistas recorrem à filosofia para debater presunções fundamentais – a ciência, como conhecimento sistemático do universo físico, é bastante recente; anteriormente ela era chamada de filosofia natural, onde ciência e filosofia não estavam separadas. [10]

Vou anexar abaixo apenas um exemplo de uma pesquisa que encontra um resultado não esperado pela comunidade oficial:

Título: Hypericum perforatum versus Fluoxetina no tratamento da depressão leve a moderada: estudo duplo-cego randomizado em uma amostra brasileira

OBJETIVO: Hypericum perforatum demonstrou eficácia antidepressiva em comparação ao placebo, mas comparações com outros antidepressivos permanecem controversas. Avaliamos a eficácia e a tolerabilidade do Hypericum perforatum em comparação com fluoxetina e placebo, em um estudo duplo-cego de oito semanas em pacientes com depressão leve a moderada.

MÉTODO: Setenta e dois pacientes ambulatoriais receberam aleatoriamente doses fixas de Hypericum perforatum 900 mg/dia, fluoxetina 20 mg/dia ou placebo. Medidas de eficácia incluíram a HAM-D21, Escala de Montgomery-Asberg e Impressão Clínica Global. A segurança foi avaliada por meio da Escala UKU de Efeitos Colaterais.

RESULTADOS: A análise por intenção de tratar não demonstrou diferenças entre os três grupos. Na análise por casos observados, os pacientes que receberam Hypericum perforatum tiveram as menores taxas de remissão (12 por cento, p = 0,016), em comparação à fluoxetina (34,6 por cento) e ao placebo (45 por cento).

CONCLUSÕES: Hypericum perforatum foi menos eficaz que fluoxetina e placebo. Ambas as drogas foram seguras e bem toleradas. Estudos conclusivos com uma maior amostra são necessários.[11]

A questão mais interessante neste estudo é que o placebo (medicamento falso) deu mais resultado (45%) que a própria Fluoxetina (34,6%)!

Esta questão do placebo é muito interessante, mas vou abordá-la mais detalhadamente em outro tópico. Por enquanto vale a pena colocar o comentário do biólogo Bruce H. Lipton, autor do livro ‘A Biologia da Crença’, Ed Butterfly:

A Biologia da Crença

‘Na biologia convencional, a ação da mente não é incorporada à compreensão da vida. Por isso, é uma surpresa a medicina reconhecer que o efeito placebo responde por pelo menos um terço das curas médicas, incluindo cirurgias. Ele ocorre quando alguém sara devido à sua crença de que um remédio ou procedimento médico vai curá-lo, mesmo se o medicamento for uma pílula de açúcar ou o procedimento for uma impostura.’ [12]

O efeito oposto ao do placebo é chamado ‘nocebo’, que na sua aplicação original, ‘nocebo’ tem significado muito específico na áreas de saúde de medicina, farmacologia, nosologia e etiologia. É utilizado para designar reações (ou respostas) danosas, prejudiciais, desagradáveis ou indesejadas em um indivíduo como resultado da aplicação de uma droga inerte, onde estas reações não foram geradas por ação química ou física da mesma, mas pela crença e expectativa pessimistas do indivíduo de que a droga poderia causar efeitos indesejados. Nestes casos, não há nenhuma droga ‘real’ envolvida, mas os efeitos adversos físicos, comportamentais e/ou emocionais são reais. Um exemplo ‘clássico’ do efeito nocebo seria o da pessoa morrendo de medo após ser picada por uma cobra não venenosa.

Ao contrário do Placebo, que é uma melhora com um medicamento falso, o Nocebo indica uma piora a partir de uma crença. O autor Bruce Lipton cita o caso de um paciente que teve um diagnóstico de câncer no esôfago, com uma estimativa de vida de 6 meses, o que se confirmou com sua morte em 6 meses. Mas na autópsia descobriram que ele não tinha o câncer! Conclusão: morreu porque lhe disseram que ele ia morrer em até 6 meses!

Eu acredito que este pânico a respeito da gripe suína que está sendo passado para as pessoas vai matar mais gente do que a própria gripe H1N1. Se uma pessoa neurótica e hipocondríaca que já esteja profundamente estressada com as informações sobre a pandemia souber que está com o novo vírus, poderá literalmente ‘morrer de medo’…

Uma forma clara de entender como os diferentes pontos-de-vista podem gerar conclusões completamente opostas pode ser vista nestes textos colhidos do Fórum Mundial de Homeopatia, que ocorreu em 26 de junho de 2007:

VACINAS. MAUS EFEITOS DAS VACINAS

MOLESTADO POR VACINAÇÕES

‘Não dê remédios fatais a ninguém’ – Hipócrates. Se levantarmos a questão das vacinas com nosso médico é provável que nos seja dito que é extremamente importante que vacinemos nossos filhos. Se formos bastante inocentes para perguntar ‘por quê?’, lhe irão dizer que as vacinas são a mais efetiva intervenção da medicina moderna, que assim pode prevenir muito sofrimento e salvar mais vidas que outro qualquer procedimento médico.

Se decidirmos investigar de forma independente como muitos pais, médicos e cientistas estão fazendo agora, em todo o mundo, encontraremos, como eu, que nenhuma outra coisa poderia estar tão longe da verdade. De outro lado, eu encareço que todos investiguem, por e para si mesmos. Dúzias de Livros em Pesquisa sobre Vacinas têm sido escritos, a maior parte por pessoas da procissão médica. Alguns livros são recomendados ao fim deste artigo. Há muitos aspectos da vacinação que precisam ser endereçados, entretanto, este relatório tenta lidar com duas questões básicas, somente:

• As vacinas previnem doenças?

• As vacinas são seguras? Elas têm efeitos colaterais ou contra-indicações das quais os pais devessem estar conscientes antes de vacinar?

Enquanto autoridades da saúde dizem-nos que vacinas foram responsáveis pela erradicação de doenças terríveis, a verdade é que a infância infantil decresceu 90% entre 1850 e 1940, com o aumento da higiene, nutrição e condições de vida, muito antes que as vacinas tivessem uma introdução maciça.
Mortes por doenças infecciosas, nos E. Unidos e Inglaterra, declinou em cerca de 80% antes das vacinações – a morte por sarampo declinou 95% antes das vacinações. As mortes por Coqueluche decresceram 75% antes da introdução da vacina e, após a introdução da vacina, pessoas que foram vacinas continuaram a pegar a doença.

As próprias doenças que as vacinas supunham prevenir surgiram em populações vacinadas. Sarampo, Caxumba, Catapora, Pólio, Difteria, Coqueluche, todas ocorreram em populações vacinadas. Publicações médicas e registros estão repletos de evidência documental de que as vacinas ‘não previnem’ as doenças, mas, de fato, as causam em lugares onde a doença estava ausente, por vários anos.
Em 1950, um estudo apresentado pelo Dr. McCloskey tornou pública a evidência que demonstrava que pólio era uma doença causada pela vacina DPT, usualmente começando no membro vacinado, em noventa dias após a vacinação. Hoje ela é causada pela própria vacina. Cada caso de pólio conhecido nos E. Unidos, desde 1979, ocorreu a partir da vacina Oral de Pólio. Hoje, os E. Unidos decidiram abandonar a OPV (vacina oral) e retomar a IPV (vacina injetada).

Diz o Dr. Mendelsohn, um dos maiores pediatras americanos, ‘Há um debate crescente entre os imunologistas com relação aos riscos relativos do vírus morto (IPV) versus o vírus vivo (OPV). Defensores da vacina com o vírus morto mantém que é a presença do vírus vivo, no outro produto que é responsável pelos casos de pólio, que ocasionalmente aparecem. Defensores do vírus vivo argúem que o vírus morto proporciona proteção inadequada e, realmente, aumenta a susceptibilidade à doença dos que foram vacinados. A SSF crê que ambas as facções estão certas e que o uso de qualquer uma irá aumentar, não diminuir, a possibilidade de que uma criança contraia a doença. Em resumo, parece que o modo mais efetivo de proteger nossas crianças do pólio e fazer com que ela não seja vacinada!

Em 1995, o Jornal de Medicina da Nova Inglaterra revelou que uma quantidade substancial de crianças romenas estavam contraindo pólio da vacina contra pólio. Correlações com injeções de antibióticos também foram encontradas. Uma simples injeção, no período de u mês que se seguia a vacinação, aumentava o risco de contrair a doença, em 8 vezes. 2 a 9 injeções, aumentavam o risco 27 vezes, 10 ou mais injeções aumentavam o risco em 182 vezes (Washington Post, fevereiro, 22, 1995)

(Alguém soube disto antes da campanha de vacinação na Índia? Pais? Médicos?)

Durante as audiências do Congresso americano, em 1962, o Dr. Bernard Granberg, chefe do Departamento de Bioestatística da Universidade da Carolina do Norte de Saúde Pública, atestou que, não somente os casos de pólio haviam aumentado, substancialmente, após as vacinações mandatórias (aumento de 50% entre 1957 e 1958 e 80% de entre 1958 a 1959) mas que as estatísticas foram manipuladas pelo Serviço de Saúde Pública, para dar a impressão oposta.

Dr. Viera Schiebner aponta que a verdade é que 90% dos casos de pólio foram eliminados das estatísticas oficiais pela decisão das autoridades de Saúde Pública ao redefinir a doença que ocorria quando houve a introdução da vacina em massa. Milhares de casos são diagnosticados, cada ano, nos E. Unidos, e ao redor do Mundo, como meningite. Antes da vacina, era chamada de pólio.
Ela também fez uma inacreditável revelação de que países, com vacinação intensiva ou mandatória, mostravam um aumento de 400% de paralisia cerebral, não diagnosticada no nascimento. Diz Kathi Williams, Diretor do Centro Nacional de Informação em Vacinas (NVIC), nos E. Unidos, ‘Há um massivo conjunto de relatórios com referência superficial aos eventos adversos associados com a administração de droga e vacinas. Em adição, estudos anteriores, bem como relatórios chegados ao nosso Centro provenientes de pais de crianças molestadas por vacinas revelam erro de diagnóstico em eventos neurológicos que, de fato, apareceram por indução da vacina de pólio.’

Qual é a experiência da Índia? De tempos em tempos vemos crianças com sarampo e que foram vacinadas. Vemos pouca coqueluche mas vemos crianças cronicamente doentes por condições doentias do peito, freqüentemente com tosse seca, que mantém a criança acordada à noite, meses a fio.
Estudos feitos no Sul da Índia, sobre o efeito da vacina BCG mostraram que, vacinados ou não, tiveram igual incidência de tuberculose com os vacinados mostrando uma maior incidência marginal da doença (embora não estatisticamente significativa).

Pessoalmente, quando encontro uma pessoa, que pertence à parte mais pobre de nossa sociedade, carregando uma criança que, obviamente, tem paralisia de pólio (cerca de 4, nos últimos 2 anos), tenho parado para perguntar ‘Kyon bhai, tika nahin lagwaya thaa kya?’ ( Irmã, você vacinou sua criança?). A resposta é a mesma, todo tempo, ‘lagwaya thaa – per kya karein – taqdeer hi aisi hai – phir bhi ho gaya’ (Sim. mas que posso fazer, a sorte dela é má, por isso ela teve a doença).

Quem está registrando estes casos? A vacina falhou ao protegê-los ou a vacina deu-lhes a doença?
Recentemente, em um dos jornais que aparecem com artigos com títulos gritantes, lemos ‘A vacina de pólio é totalmente segura, nunca pode trazer risco às crianças’. Entretanto o artigo, que cita um representante da Unicef, traz algumas revelações muito interessantes:

• que o pior que pode acontecer é que a vacina de pólio pode causar doença que ‘parece com o pólio’.

• que isto acontece com crianças com baixa defesa imunológica;

• que, somente na Índia, 10.000 crianças morrem de má-nutrição diariamente;

• que era, provavelmente, uma coincidência que duas crianças, que morreram em dezembro de 1966 tenham recebido a vacina oral (OPV) e que elas devem ter morrido é de má-nutrição porque pertenciam à faixa etária que, geralmente, morre de má-nutrição, na Índia – isto é, de 0 a 5 anos (desde que a campanha de vacina oral OPV esta visando crianças de 0 a 5 anos, quem mais deveria ser afetado?).

• que está medicamente provado que uma criança não pode morrer por uma vacina de pólio.
Muitas questões surgem:

• Que diferença faz para a mãe se a doença de que morre o filho é chamada ‘pólio’ ou ‘parecida com pólio’? Se a criança é atingida, o nome da doença é imaterial.

• Não seriam as crianças mal alimentadas as que constituem as crianças com ‘baixas defesas’? E, se fosse assim, não deveriam estas crianças ser colocadas fora do programa? Não deveriam as crianças com febre e doenças serem avisadas para permanecer em casa porque elas, também, estariam com as ‘defesas baixas’? Ao invés disto, estas crianças foram coagidas através de desinformação a tomar vacinas mesmo que estivessem doentes (assim berrava o jornal).

• Que espécie de ‘proteção’ apresenta uma vacina que requer que as defesas do corpo defendam a criança contra ela?

• Que uma criança não possa morrer de pólio é uma inverdade porque, a cerca de um ano e meio atrás, 8 crianças morreram, em uma vila, em decorrência da vacina de pólio, na Índia mesmo, e isto virou manchete em todos os jornais. Se a morte acontece decorrente do armazenamento ou de uma dose com problemas, isto não faz diferença para a criança que morreu ou seus pais.

• Quem vai monitorar o dano que as vacinas fizeram ao povo da Índia? (Não vamos esquecer que a vacina oral (OPV) é uma vacina viva e o vírus é eliminado do corpo através das fezes e, para qualquer pessoa que entrar em contato com ela. As fezes de uma pessoa vacinada expõe todos à doença. Caminhos, rodovias, campos, são toaletes públicos para uma vasta quantidade de crianças objeto da vacinação.)

• Quem irá compensar os pais pela mortes, cérebros danificados (ou pelos problemas dos adultos que agora estão expostos à infecção)?

Nota:  A vacina de pólio permanece na garganta de 1 a 2 semanas, e, nas fezes, por 2 meses. Assim, os que receberam a vacina estão em risco e, são potencialmente contagiosos pelo tempo que a excreção fecal continuar. No mesmo artigo da UNICEF, seu representante seguiu dizendo que a Índia tinha somente 886 casos de pólio, em 1996 (85 milhões de crianças vacinadas em um país tendo somente 886 casos de pólio, em uma população de 1 bilhão? Há alguma agenda escondida?).

A questão que muitas pessoas colocam é ‘como proteger nossas crianças das doenças da infância?’. Diz o Dr. Mendelsohn ‘A maior ameaça das doenças das crianças repousa nos esforços perigosos e ineficientes para fazer a prevenção delas através da imunização em massa. Muito do que temos sido levados a crer sobre o assunto imunização, simplesmente, não é verdade. Não há evidência científica convincente de que a imunização em massa possa ter crédito na eliminação de qualquer doença infantil’. ‘Não somente há muitos e graves apreensões sobre vacinas como, se eu tivesse que seguir minhas convicções profundas, quando escrevo este capítulo, eu encareceria a todos rejeitarem todas as inoculações em crianças.’ (o Dr. Mendelsohn é autor de vários livros – os extratos deste artigo forma tirados de seu livro ‘How to Raise a Healthy Child In spite of Your Doctor’. Este capítulo, neste excelente livro para os pais é intitulado: ‘Immunization against Disease – A Medical Time Bomb?’).
Ele continua por revelar que a vacina contra catapora continuou a ser usada por 30 anos após as mortes da doença terem sido eliminadas e as crianças continuaram a morrer, da vacinação. (Enquanto a doença matava 1 criança a cada 80 lakhs, a vacina matou 1 a cada lakh).

Diz o Dr. Viera Schiebner, o Principal Cientista Pesquisador e autor do livro ‘Vaccinations – 100 years of Orthodox Medical Research mostra que as vacinas representam um assalto dos médicos ao nosso Sistema Imunológico’:  ‘O corpo tem um mecanismo natural e próprio para criar as imunidades às doenças. As doenças, elas mesmas, são o mecanismo primordial que desafia o processo de maturação, conduzindo à competência do sistema imunológico. Tem sido demonstrado, de tempos em tempos, que as doenças infecciosas da infância são bastante benéficas às crianças que as pegam. Elas, também, representam etapas importantes no desenvolvimento geral das crianças. O processo inflamatório generalizado é importante na dinâmica da maturação da resposta imunológica às doenças. Os fúteis esforços da medicina ortodoxa para impedir que as crianças tenham as doenças infantis são um sinal de ignorância e uma abordagem infantil. O fanatismo alimentado pela ignorância, o medo irracional da doença e a ganância são as forças que movem a todos para o ritual da vacinação. As injeções de vacina representam um enorme e injustificado insulto à infância.’

Em outro lugar, ele diz ‘Enquanto estudamos milhares de páginas (mais de 30.000) que se escreveram sobre as vacinas, não encontrei uma única que demonstrasse que, em situações epidêmicas, somente as crianças não vacinadas contraíram a doença. Mesmo durante as tentativas de vacinação, muitas crianças contraíram doenças contra as quais foram vacinadas, freqüentemente nos poucos dias que se seguiram.

Dr. Viera Scheibner ‘caiu no problema das vacinas, quase por acidente, quando ela começou a pesquisa para achar as possíveis causas da morte súbita. Crianças, aparentemente saudáveis, estavam morrendo, durante o sono, sem causa aparente. na companhia de Leif Karlsson, um engenheiro eletrônico biomédico, ela desenhou um monitor computadorizado chamado Cotwatch que foi usado para monitorar o padrão respiratório das crianças, através de relatório impresso. O que ela revelou foi assustador – a vacina DPT estava entre a causa principal da morte súbita.

Isto a iniciou em uma longa e árdua tarefa de pesquisa e re-pesquisa sobre dados de vacinas. Seu livro ‘Vaccination – 100 Years of Orthodox Research mostra que as vacina representam um assalto médico ao Sistema Imunológico’ é a culminância de vários anos de um trabalho difícil e desapegado. Ela mostra como as estatísticas têm sido manipuladas, ou deliberadamente ou através da ignorância, para adaptar-se a imagem de que as doenças recuaram diante das vacinas.

Ela encontrou na repesquisa que quando estudos eram conduzidos usando grupos de controle – a um grupo era dado a vacina e a outro era dado, não um placebo, mas uma combinação de substâncias tóxicas. Isto é um estudo científico objetivo? Em ainda outros casos, estas crianças que morreram de vacinas experimentais foram excluídas das estatísticas finais. Esta é o tipo de dados manipulados em que a comunidade médica se apóia (sem se aperceber) e sob os quais eles se baseiam para fazer recomendação aos pais.

Como as vacinas são feitas?

  1. As vacinas são feitas por introduzir o vírus em órgãos de animais e, algumas vezes, através de fetos humanos mortos (a vacina de pólio é obtida de rins doentes de macacos).
  2. As vacinas contém, substâncias venenosas – alumínio, mercúrio, formaldeído (de acordo com algumas seções da opinião científica não há uma dose de formaldeído que seja considerada segura).
  3. No processo de ‘contaminar’ o animal e, então, ‘extrair’ o soro que se requer, outros vírus que estão no animal atravessam para ambiente humano como o SV-40, SIV, coriza do macaco, o retrovírus bovino, estes uns poucos que já foram identificados (Há, provavelmente, milhares de outros não ainda identificados).

SV-40 é um vírus que foi achado em abundância (1.000 vírus por mililitro da vacina) em uma vacina oral de pólio (OPV). Este vírus é uma forma confirmada de desenvolver tumores cancerosos.
SIV é o equivalente, no macaco, do HIV (um vírus ligado à AIDS).

Diz o Dr. Schiebner ‘A verdade, a cerca das vacinas de pólio e varíola, é que elas estão pesadamente contaminadas com vírus de animais, sendo produzidos nos rins dos macacos e bovinos, respectivamente. Isto é que nos deu a AIDS que nasceu na África Central, naqueles estados ONDE foram conduzidas campanhas de erradicação de varíola e pólio. As vacinas usadas foram pesadamente contaminadas com SV-40, SIV e retrovírus bovino (outro vírus relacionado à AIDS). Uma seringa usada em 40 a 60 pessoas contribuiu para espalhar AIDS para centenas de milhares de pessoas insuspeitas. Está, além da coincidência, que o presente surto de AIDS esteja afetando, principalmente, aqueles lugares onde a erradicação de varíola e pólio foi conduzida.’

SIDS (Síndrome da Morte Súbita Infantil) é a palavra do momento – a lata de lixo conveniente – para bebes que morrem, sem causa aparente. Através de seu extenso programa Cotwatch a Dr. Schiebner provou, além de qualquer dúvida, que a vacina DPT é a principal culpada. Quando o Japão elevou a idade da vacinação, de 2 a 4 meses para, 2 anos, SIDS ( morte súbita) quase desapareceu do país.
Quantas crianças morrem de SIDS na Índia? Quantas devido a vacinas? Ninguém sabe, na Índia, os danos continuam sem ser reportados e nós continuamos com a nossa complacência – até que alcance a nós.
O que sei é que há uma resistência geral e muito teimosa, na comunidade médica, para procura, ver ou reconhecer qualquer conexão entre vacinas e doenças conseqüentes.

Um amigo nosso estava em coma (morreu posteriormente), um par de dias, depois de ter tomado vacina anti-rábica, mas os médicos minimizaram o fato como não significativo.

Conclusão: Você se deve perguntar por que uma grande quantidade de informações, que estamos dando aqui, tem sua origem no estrangeiro. As vacinas são tecnologia importada. A maior parte da Europa Ocidental (exceção à França) e Austrália abandonou a vacinação obrigatória, não porque as vacinações extinguiram as doenças mas porque as vacinas foram entendidas como inefetivas e perigosas. Os E. Unidos esta um passo atrás, com um coro crescente de pais, médicos e cientistas insatisfeitos, tentando livrar-se de vacinas mandatórias. E os E. Unidos estão pagando o preço! Acima de 550 milhões de dólares, foram pagos, nos últimos quatro anos, pelo Governo, como compensação aos pais de crianças mortas ou com cérebros danificados. Na Índia, não esperamos que o Governo fizesse isto, mas olhar o que está ocorrendo em outros países, de onde a tecnologia proveio, seguramente, pode nos ensinar, os pais devem estar informados das escolhas, assim não teremos crianças mortas ou com cérebros danificados.
Eu também creio que os pais e a comunidade médica devem perguntar ‘o que as pessoas que são contra as vacinas ganham com isto? Têm eles um objetivo de lucro? Ou estarão eles falando a voz da razão e da preocupação genuína?’ Se eles, ao menos, fizessem isto, estariam abrindo suas mentes para volumes e volumes de dados que estão gritando mensagens urgentes de preocupação contra a vacinação maciça fanática.

Na ‘Jovem Índia’ Vol. XI-29 18 Julho de 1929, Gandhiji disse ‘Eu não tenho raiva, em mim, pela indiferença do público ou da Imprensa sobre o acidente (O Secretário da Liga Anti-vacinas foi preso por não vacinar seu filho). Eu sou e tenho sido, por anos, uma pessoa contra as vacinas. O movimento anti-vacinas não tem qualquer suporte da classe médica. U médico que se expresse contra as vacinas perde sua condição de casta. Interesses pecuniários, tremendos, têm crescido, mesmo, ao redor do tema vacinação.’
Caminhamos muito, desde então. A Imprensa é o guardião da consciência da nação e tem sido um alento ver a imprensa assumir seu papel neste campo. Há um novo despertar, mais definitivamente, uma mudança de paradigma está tomando lugar. Mais e mais médicos estão se mudando para a abordagem holística. Até o Governo de Delhi tem feito algumas mudanças, recentemente, em direções alternativas. Mais e mais pessoas, no mundo, começaram a entender o valor das tradições indianas antigas, com relação a guarda da saúde do corpo, mente e espírito. Tradições onde, o sarampo e a catapora eram uma visitação da Deusa Mãe para marcar as etapas do progresso do sistema endócrino e reprodutivo, onde ter caxumba era vista como um sinal de futura fertilidade. [13]

[1] da France Presse, em Paris

[http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u607490.shtml]

[2] Posted on Agosto 1, 2009 by ovigia [http://ovigia.wordpress.com/2009/08/01/a-vacina-para-a-ah1n1-tamiflu-pode-levar-jovens-ao-suicidio/]

[3] [http://www.drmercola.net/search/label/h1n1%20virus]

[4] [http://www.nvic.org/NVIC-Vaccine-News/July-2009/Swine-Flu-Vaccine-Should-Not-Be-Given-to-Children.aspx]

[5] F. William Engdahl, 28/07/2009 [http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=462]

[6] F. William Engdahl, 07/08/2009

[http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=467]

[7] ‘Redução de mortalidade com Vacina de Gripe em Pacientes com Pneumonia Fora de Estação da ‘Influenza’: Benefícios Pleiotrópicos ou Confusão Resídual?’  Dean T. Eurich, Thomas J. Marrie, Jennie Johnstone, e Sumit R. Majumdar  Am. J. Respir. Crit. Care Med. 178: 527-533. First published online as doi:10.1164/rccm.200802-282OC. Data de artigo: 01 Sep 2008 – Fontes: Sociedade Torácica americana. Escrito por: Catharine Paddock, Ph.D.

[http://www.medicalnewstoday.com/articles/119947.php]

[8] 4 DE SETEMBRO DE 2008

[http://fabioarrudashow.blogspot.com/2008_09_01_archive.html]

[9] [Superinteressante, Edição 268 – Agosto/2009 – pp. 70-73]

[10] Paulo Maciel, A Revolução da Medicina – Ed. Araucária.

[11] Autor: Moreno, Ricardo Alberto; Teng, Chei Tung; Almeida, Karla Mathias de; Tavares Junior, Hildeberto. Fonte: Rev. bras. psiquiatr;28(1):29-32, mar. 2006. ilus, graf.  [http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS?=p&nextAction=lnk&exprSearch=435709&indexSearch=ID]

[12] Revista Planeta, Ed. 428 – A BIOLOGIA DO PENSAMENTO

[http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/428/artigo89544-3.htm]

[13] [http://www.homeopatias.com/forum/index.php?action=printpage;topic=38.0]

9 Responses to “A Versão Não-Oficial da Gripe Suína”

  1. Edi Aparecida Ramos disse:

    Excelente materia, faz com que reflitamos melhor sobre a forma que é ditada as regras dentro da saúde por orgãos oficias os quais a maioria confia cegamente, a partir dessa leitura eu com certeza ficarei muito mais atenta a assuntos dessa ordem. Parabéns ao autor!

    • drpaulomaciel disse:

      Oi, Haroldo! Li recentemente o livro do Bruce Lipton e adorei a idéia revolucionária acerca da membra celular ser superior à “supremacia do DNA”. Até coloquei no texto as noções de Placebo e Nocebo. Grato pela indicação.

  2. Haroldo Silva disse:

    Excelente o toque da epigenética. No mais boa pesquisa sobre a qual se deve fazer ampla reflexão.

  3. Ivana disse:

    Grata, Paulo, por nos esclarecer com essa matéria tão bem construída . Tenho certeza de que, assim como nós aqui em casa, muitos irão se beneficiar.

    E por fim: Do terror da ganância, livrai-nos Senhor!

  4. Carla Sarturi disse:

    Oi Dr. Paulo Maciel:

    consulte com você hoje e vc receitou lycopodium. ~Sei que não devia ter olhado na internet mas foi mais forte. Não me reconheci em NENHUM dos sintomas apresentados. Medo, insegurança, etc. Tomo o remédio mesmo assim? Estou postando aqui pois tenho muitas dúvidas sobre as vacinas. Tenho que dar vacinas para meus filhos, mas fiquei com medo depois do que li e tbém porque minha filha é alérgica ao timerosal que tem na maioria. Vou viajar em janeiro pars os EUA e estava pensando em vaciná-los, a mim e aos meus pais. Vc acha prejudicial? Não fiz o teste ainda, amanhã envio. abraço

    • drpaulomaciel disse:

      Oi, Carla! Só vi hoje o seu comentário e não estou na clínica para ver a sua ficha. O que acontece com os medicamentos homeopáticos chamados de “policrestos” é que eles possuem milhares de sintomas, até 5 a 6.000 sintomas e nenhum paciente se encaixa em todos eles. Além disso, o que nós fazemos é buscar um medicamento que cubra os sintomas relatados pelo paciente, independente de outros sintomas que o medicamento tenham indicação. Normalmente eu indico os sintomas que inclui na procura do remédio. Dê uma olhada em suas receitas. Em relação às vacinas uma das contra-indicações fundamentais é justamente a reação alérgica a um dos componentes da fórmula, já que pode levar ao choque anafilático e à morte. A questão do Timerosal é o Mercúrio, que ainda é bastante polêmico. Você quer vacinar sua família com que tipo de vacina? Leia os comentários que postei nas páginas da gripe suína sobre as vacinações. Qualquer dúvida, escreva para o meu E-mail, que é mais fácil o retorno.

  5. Clênia Sampaio disse:

    Mesmo sem ter informações mais especializadas havia presumido tal situação. Aproveitam-se de qq anomalia no estado de saúde das pessoas para promover todo um estardalhaço e faturar em cima disso. Como sempre costumo avaliar, é LÓGICA INEXORÁVEL MERCANTILIZADA DO SISTEMA. TH(G.A)

  6. rachat credit disse:

    Man, really want to know how can you be that smart, lol…great read, thanks.

  7. Emprego disse:

    Nossa, que achado aqui!! Estou seguindo seu blog diariamente a 1 mês e estou impressionado. Por favor continue com o bom trabalho e artigos, eles são muito bons! Isso está cada vez mais raro!! brigado!!

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